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Crítica: A Incrível História de Adaline (2015)

21 dez

Poster A incrível história de Adaline

Essa é uma daquelas histórias onde você se pergunta: “Por que eu não fiz isso antes?”. É a sensação que estou tendo agora depois de assistir A Incrível História de Adaline. Você que já viu o longa pode estar se perguntando o motivo já que o filme não é nada de extraordinário, como de fato não é.  Todavia, ele me pegou em certo momento da vida onde parei para refletir muito sobre minhas convicções e atuais expectativas sobre tudo.

O fato é que A Incrível História de Adaline seria um drama-romance como qualquer outro se não fosse o bom empenho de seus roteiristas. A trama cria uma certa relação com o Curioso Caso de Benjamin Buntton (2008), onde o personagem de Brad Pitt rejuvenescia a cada ano. No tanto, no filme do diretor Lee Toland Krieger, a personagem principal recebe uma capacidade de permanecer jovem para sempre, ou seja, seu corpo para de envelhecer aos 29 anos.

Adaline Bowman (Blake Lively) nascera na virada do século XX. Sua vida caminhava normalmente até a mesma sofrer um grave acidente de carro que a modificaria para sempre. Devido a consequências de seu acidente, seu corpo para de envelhecer, tornando-a um ser imortal com uma aparência de 29 anos. Adaline passa a viver uma existência solitária, sem criar laços ou vínculos com ninguém, com o intuito de não ter seu segredo revelado. Mas como não podemos prever nosso futuro, ela conhece o jovem Ellis Jones (Michiel Huisman), um belo e romântico homem que a faz repensar toda sua trajetória de vida.

A película começa a partir de uma narrativa bem breve sobre a vida de Adaline, passando por sua infância até o trágico acidente que a faz virar uma espécie de mutante. Todo esse início, apesar de trágico, fica envolto por uma atmosfera de conto de fadas, onde por um milagre a protagonista recebe um tipo de “dom-maldição” que a faz abdicar de muitas coisas, inclusive o amor de sua vida. Adaline então precisa se esconder de todos e, para isso, começa a falsificar seus próprios documentos para se esconder principalmente do governo americano.

Dentro dessas idas e vindas, com direito a um clima de suspense e ação, a bela conhece o jovem Ellis Jones (Michiel Huisman), um filantropo que se apaixona perdidamente por ela. É a partir daí que o rumo da trama muda completamente e nos damos de cara com mais uma daquelas histórias açucaradas nível Nicolas Sparks. O romance realmente funciona, principalmente por causa da química entre Lively e Huisman. Todo o clima de romance começa a caminhar lado a lado com o drama existencial vivido pela moça.

Já a direção de Krieger se torna eficaz quando mesmo que de maneira previsível, ele coloca Harrison Ford para interpretar um personagem crucial para o ápice da trama. É nesse momento que iniciamos um processo de descrença em um possível final feliz para Adaline. Além dos já citados, a aparição da atriz Ellen Burstyn, que interpreta a mãe já idosa da protagonista, é outro ponto forte da obra, que só faz agregar com sua bela interpretação.

A Incrível História de Adaline possui ainda uma excelente fotografia, que faz uma viagem no tempo contrapondo paisagens mais bucólicas com a efervescência da cidade grande. No entanto, o que de fato me conquistou nesse filme foi a forma como ele me fez repensar a vida real. Desde pequeno nós somos obrigados contemplar o final da princesinha do conto de fadas, porém ao longo da vida, com a chegada dos desgostos e desamores em nosso caminho, a gente começa a desacreditar que é realmente possível ser feliz, ou se realmente podemos ou merecemos isso. No entanto, A Incrível História de Adaline me fez ver que estamos muito mais condicionados a pensarmos negativo, do que de fato acreditar ou correr atrás de nossa própria felicidade. Afinal de contas, a vida é só uma e precisamos aproveitá-la da melhor forma possível. E nem sempre fugir é a melhor solução. Está na hora de voltarmos a enxergar graça no final feliz, pois sim, ele existe! E certamente é muito mais belo do que a Disney nos fez acreditar.

Trailer:

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News: Elenco de Uma Linda Mulher se reúne 25 anos depois

20 mar

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Este post aqui vai para quem viveu os anos 90! 🙂

Depois de 25 anos, o elenco do clássico da década mais legal do mundo (eu acho) se reuniu para um bater papo sobre os melhores momentos do longa Uma linda mulher (1990). O convite partiu do apresentador Matt Lauer do programa Today, da rede NBC americana. Os presentes foram Julia Roberts, Richard Gere, Hector Elizondo, Laura San Giacomo e o diretor Garry Marshall. Apenas o ator Jason Alexander não esteve no encontro.

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E você sabia que a trama inicialmente não seria uma comédia romântica? Pois é! O filme de Marshall iria ser um drama e com uma final bem trágico. Roberts viveria uma prostituta viciada em drogas é o que conta a atriz, que também revelou: “O personagem de Richard me jogava para fora do carro, atirava o dinheiro em cima de mim e ia embora conforme os créditos rolavam”. Tenso né?

Além disso, Gere não queria aceitar o papel quando lhe foi apresentado pela primeira vez. Foi preciso uma intervenção do diretor da obra, colocando os dois protagonistas frente a frente para que o ator enfim desse seu favorável veredito final. A química foi tão grande entre os dois que não tinha como o longa não ser uma comédia romântica.

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Crítica: Cinquenta Tons de Cinza (2015)

20 fev

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Chegou a minha vez de falar sobre o filme mais comentado dos últimos meses, o longa queridinho da mulheres, Cinquenta Tons de Cinza.

Como havia dito anteriormente, eu logicamente preferi ver A Casa dos Mortos primeiro, pois sabia que esse tipo de literatura fantasiosa não iria me agradar tanto. Estava certo.

Cinquenta Tons de Cinza como eu já previa, é uma adaptação fraca de um livro que só realmente funciona para mulheres, o que não é o meu caso. Daí preferi não criar expectativas, pois nem tinha como.

A trama da autora E.L. James conta a história de Anastasia Steele (Dakota Johnson), uma recatada estudante de literatura inglesa de 21 anos, que mora com sua irmã em um pequeno apartamento na cidade de Seattle. Devido sua irmã ter pego uma gripe, Anastacia é quem fica encarregada de entrevistar o badalado empresário Christian Grey (Jamie Dornan) para o jornal da faculdade. Daí logo no primeiro encontro, Grey e Anastacia iniciam um intenso jogo de sedução. Ele com todo seu charme e dinheiro e ela com seu jeito literalmente virgem de ser.

Lendo essa sinopse dá pra confundir com toda a certeza a trama de E.L. James com qualquer outra escrita pelo também escritor Nicolas Sparks, sem tirar nem pôr. É algo totalmente clichê, água com açúcar, beirando ao infanto-juvenil. Não é atoa que a própria autora se baseou na saga de o Crepúsculo para escrever Cinquenta Tons de Cinza.

Entretanto, acredito que o grande erro dessa adaptação foi ter tido Jamie Dornan como o escolhido para interpretar Christian Grey. Jesus! Quem em sã consciência iria escolher um homem com cara de bebê para interpretar o Don Juan masoquista do século XXI? Definitivamente teria de ser um ator com a dita feição de cafajeste e por favor!! Pelos, muitos pelos!!! Mesmo que no livro ele não tenha, mas como nem a cor do cabelo do personagem foi respeitada, o que custava um pouco de pelugem, não é mesmo? (hehehe).

Além disso, se a intenção era trazer para o cinema uma história de masoquismo com todas as suas pompas, não tem menor cabimento ficarem só nos tapinhas maternais de “eu não te falei?”. Aquilo foi vergonhoso, pelo menos pra mim. Quando um diretor se propõe a representar uma trama literária no cinema, a ideia é fazer como que a imaginação, ou pelo menos a ideia daquilo retratado na mente do leitor, seja caracterizada de algum modo. Todavia nada disso aconteceu e ficamos apenas nas preliminares e novamente tendo de contar com a nossa imaginação.

Na verdade a única coisa que de fato chamava atenção no Mrs. Grey era todo aquele charme que o seu dinheiro conseguia comprar. Qualquer coisa além ficava a cargo da minha própria imaginação.

Acho que as únicas coisas acertadas nesta película foram a fotografia, que estava belíssima e a trilha sonora, que conseguiu se alinhar com a proposta do longa. Fora isso, a senhora Sam Taylor-Johnson vai precisar rodar muita casa de pegação pra conseguir acertar em Cinquenta Tons mais Escuros.

Trailer:

News: Jennifer Lawrence e Chris Pratt podem contracenar juntos no novo longa de Morten Tyldum

9 fev

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O novo longa de ficção do cineasta Morten Tyldum (O Jogo da Imitação) pode ter Jennifer Lawrence e Chris Pratt como protagonistas.

O filme se chama Passengers (em português Passageiros) e irá acompanhar a história de um homem (provavelmente Pratt) que desperta de um sono criogênico em uma nave espacial e resolve acordar uma outra tripulante (Lawrence), após se sentir bastante só.

Jon Spaihts (Prometheus) será o responsável pelo o roteiro do longa. Passengers ainda não possui previsão de estreia.

News: Veja o trailer de O Melhor de Mim, novo romance de Nicholas Sparks

11 set

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Essa vai para aqueles que adoram uma história de romance bem açucarada. O Melhor de Mim, novo romance de Nicholas Sparks, que pra quem não sabe, já escreveu best-sellers como Diário de Uma Paixão, Um Amor para Recordar (lindo!) e Querido John. Todos esse foram transportados para as telonas, assim como alguns outros também.

O Melhor de Mim apresenta a história de dois adolescentes (Liana Liberato e Luke Bracey) que são separados um do outro pelos pais ainda na fase imatura. Vinte anos mais tarde, agora interpretados por Michelle Monaghan e James Marsden, eles se reencontram e sentem que o romance do passado ainda não acabou.

O longa chega nos cinemas no dia 30 de Outubro aqui no Brasil.

Trailer:

News: Encantada 2 já tem direção definida!

2 jul

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Quem aí não se lembra do filme Encantada? Aquele produzido pela Disney com atores reais, que interpretavam personagens contidos nos contos e fábulas infantis. Então, essa fofura de filme terá uma segunda parte e já tem diretor e roteirista confirmados.

Depois do sucesso de Frozen – Uma Aventura Congelante (2014), a Disney resolveu investir pesado em histórias de princesas e, para isso, chamou um time de peso para comandar a película: Anne Fletcher (Vestida Para Casar) irá dirigir a trama, enquanto o roteiro fica nas mãos da dupla J. David Stem e David N. Weiss (ambos de Shrek 2 e Os Smurfs).

Ainda não existe a confirmação se os atores Amy Adams, James Marsden, Patrick Dempsey, Idina Menzel e Susan Sarandon estarão nessa nova parte. Entretanto, torcemos para que sim. 😉

 

 

News: A Face do Mal é a grande estreia da semana

12 jun

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Hoje pode ser  início de Copa do Mundo, mas também é data de estreia de alguns longas interessantes. É o caso de A Face do Mal, um filme de terror que mescla muito mistério com uma assustadora história sobre fantasmas.

E para agradar os pombinhos de plantão, já que hoje também é comemorado o Dia dos Namorados aqui no Brasil, temos a estreia de Amor Sem Fim, uma refilmagem do original de 1981, que agora chega com Alex Pettyfer (Magic Mike) e Gabriella Wilde (Carrie – A Estranha) como os protagonistas da trama.

E pra finalizar, ainda tem Daniel Radcliffe (Harry Potter) e Dane DeHaan (O Espetacular Homem-Aranha 2) na película Versos de um Crime, que conta a história dos escritores Allen Ginsberg, Jack Kerouac e William Burroughs, um dos principais responsáveis pelo movimento beat, que ascendeu entre as décadas de 50 e 60 nos Estados Unidos.

Let it Gooo!

A Face do Mal: “Ao lado dos pais e das duas irmãs, Evan Asher (Harrison Gilbertson) é um jovem tímido e pouco sociável que se muda para uma grande casa, cujo passado é marcado por uma família que perdeu todos os filhos. Aproveitando o baixo preço e sem problemas superstições, os Asher se mudam para o local. Lá, Evan aproveita o tempo livre para desenvolver uma amizade/namoro com a vizinha Sam (Liana Liberato). Curiosos, os dois vão explorar o passado sombrio do local e despertar forças nada amigáveis.”

Amor Sem Fim: “Jade Butterfield (Gabriella Wilde) é uma jovem superprotegida pelos pais, que aparenta ter um futuro brilhante pela frente. Só que ela se apaixona perdidamente por David Elliott (Alex Pettyfer), um jovem mais humilde que tem um passado conturbado. O relacionamento não é aprovado pelo pai de Jade, Hugh (Bruce Greenwood), que recomenda cautela à filha. Ainda assim, ela se entrega de corpo e alma à paixão por David.”

Versos de um Crime: “1944. Allen Ginsberg (Daniel Radcliffe) sai da casa dos pais rumo à universidade, precisando lidar com o sentimento de culpa por ter deixado sua mãe (Jennifer Jason Leigh). Seu sonho é tornar-se um escritor, mas logo sente-se incomodado pelo modelo “certinho” de poesia que o curso ensina. Não demora muito para que ele conheça Lucien Carr (Dane DeHaan), um jovem provocador que apresenta Allen ao mundo da contracultura. Logo nasce uma grande amizade entre os dois, que se torna algo mais quando Allen passa a sentir atração por Lucien.”

Sinopses por Adoro Cinema

News: Aaron Taylor-Johnson estará em Cinquenta Tons de Cinza

12 maio

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Em entrevista ao tapete vermelho, na estreia do longa Godzilla, que inclusive debuta no Brasil na próxima quinta-feira (15), a diretora Sam Taylor-Johnson, que está a frente do longa Cinquenta Tons de Cinza, informou que havia encontrado uma maneira de colocar seu marido, o ator Aaron Taylor-Johnson na trama.

Ela não chegou a dar mais detalhes, porém Aaron Taylor-Johnson já foi cogitado para o papel de Christian Grey, quando o ator Charlie Hunnam recusou o trabalho. Os dois já trabalharam juntos em O Garoto de Liverpool (2010), película na qual ela era diretora e ele o protagonista.

A estreia de Cinquenta Tons de Cinza está marcada para fevereiro de 2015.

Crítica: Divergente (2014)

3 maio

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Essa postagem certamente irá agradar os fãs mais assíduos da franquia de Jogos Vorazes e outras similares. Não estamos falando do longa protagonizado por Jennifer Lawrence, é claro, mas sim de Divergente, uma outra adaptação literária, que apresenta uma sinopse interessante, porém inferior à trama de Suzanne Collins.

Divergente é baseado no homônimo livro de Veronica Roth, que apresenta em sua sinopse a história de Beatrice (Shailene Woodley), uma adolescente que vive em uma Chicago futurista, onde o planeta terra que conhecemos hoje, foi devastado devido à ganância e desordem por parte do humanos, e que mais tarde, foi dividido em facções separando cada indivíduo de acordo com sua virtude e característica, assim, mantendo a ordem no mundo. Então Beatrice quando acaba de completar 16 anos, é escalada para fazer o teste e descobrir qual sua virtude natural, que são divididas entre as facções que dão nome à elas: Abnegação (Altruísmo), Amizade (Solidariedade), Audácia (Coragem), Franqueza (Sinceridade) e Erudição (Inteligência). O problema é que o resultado do teste de Tris não dá precisamente nenhuma das características acima, mas sim um pouco de cada uma delas, considerando-a então como Divergente. Os Divergentes são uma raça abominada pelos governantes, que os consideram uma ameaça à paz mundial. É então que Beatrice resolve tomar um rumo em sua vida, tentando desviar as atenções de sua real identidade.

Assim, eu fui assistir por causa dos bons comentários que recebi referente ao longa e por causa, é claro, da comparação com Jogos Vorazes, que eu amo. Não me arrependi, afinal, a trama é realmente bastante interessante e de fato lembra o romance de Collins, mas senti que faltou algo, sei lá, uma profundidade maior em relação ao tema em si e elementos que realmente caracterizassem um certo estilo do filme, e que não remetesse tanto à Jogos Vorazes.

O diretor Neil Burger soube conduzir perfeitamente as cenas de ação do filme, mas pareceu meio iniciante quanto ao romance dos protagonistas. Não sei se faltou química do atores, mas eu particularmente não senti firmeza. Tá certo que talvez a grande pegada da trama não seja o romance em si, mas a intenção de trabalhar o que de fato acontece em nossa sociedade real, passando por preconceito, exclusão social, ganância e alguns outros. E falando sobre isso, provavelmente a película não apresenta nem metade do que o livro deve expressar, eu não o li, mas geralmente é o que acontece quando as produções cinematográficas parecem vagas demais.

Agora referindo-me aos atores, sei lá, ainda não senti firmeza na atriz Shailene Woodley, apesar de ela ter tido uma boa atuação em Os Descedentes (2011) e estar sendo super elogiada em A Culpa é das Estrelas, que ainda vai estrear, não senti firmeza nesse seu trabalho. Além disso, é inevitável que ela carrega uma comparação em suas costas em relação à Jennifer Lawrence, que é agora a “nova queridinha da América”, mas considerando-a num todo, ela cumpriu bem o seu papel. Já o galã Theo James, que já pôde ser visto em Anjos da Noite – O Despertar (2012) e Golden Boy(2013), soube dar um ar mais consistente para seu personagem, o que na verdade não é muito, pois o seu papel não pedia tanto (rsrsrs).

A atriz Kate Winslet, apesar de bela, não teve tempo de demonstrar todo o seu potencial, porém manteve-se muito bem interpretando a vilã Jeanine Matthews. E Ashley Judd também teve um bom momento encarnando Natalie Prior, a mãe da protagonista.

No mais, acredito que a trama deva ir se ajustando e a coisa ficando mais interessante. Já temos a segunda e terceira parte em pré-produção e devem estrear pelos próximos anos. Recomendo a película e ficarei acompanhando os próximos capítulos também.

Trailer:

News: A adaptação de Cinquenta Tons de Cinza desaponta críticos de cinema

27 mar

20650382Um dos longas mais esperados dos últimos tempos acaba de ter sua primeira exibição para a imprensa e crítica, e não conseguiu uma boa impressão. Estamos falando do filme Cinquenta Tons de Cinza, uma adaptação do livro de  E. L. James, que escreveu um dos romances mais picantes do últimos tempos.

O negócio é que todo o erotismo que o livro carrega, parece que não funcionou muito bem no cinema, ou pelo menos não souberam fazer. É o que dizem os críticos que tiveram a oportunidade de participar do CinemaCon, um evento promovido pela Universal Studios, na cidade de Las Vegas, onde o filme teve a exibição de seus primeiros trechos.

“Ainda teremos que ver o filme todo para saber se os dois têm uma química verdadeira”, revelou o crítico Gregory Ellwood, do site HitFix.

“O filme promete ser preenchido por todos os tipos de relações carnais e o que foi mostrado pra gente podia ser classificado como próprio para crianças. Claro, havia muitas insinuações, mas nada disso foi mostrado explicitamente, falta erotismo.” disse Eric Eisenberg do CinemaBlend.

Consideremos que só foram exibidos trechos, mas falando a verdade, eu não vejo nada de erótico nos atores que interpretam os protagonitas Anastacia (Dakota Johnson)  e Christian Grey (Jamie Dornan).

Cinquenta Tons de Cinza estreia dia15 de fevereiro de 2014

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