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News: Prometheus 2 irá revelar o criador de Alien

13 nov

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Aos poucos Ridley Scott vem revelando mais detalhes sobre a saga Prometheus. Depois de anunciar que os próximos longas terão uma certa ligação com Alien, agora o diretor declarou que Alien: Paradise Lost irá revelar a identidade do criador do monstro alienígena.

Em entrevista ao IGN Scott disse o seguinte: “As filmagens de Prometheus 2 começam em fevereiro e eu já comecei”, disse o cineasta revelando que as gravações já estão em andamento. E quanto questionado sobre a ligação com Alien, Ridley diz que irá abordar questões originárias do monstro: “Teremos mais um filme depois desse e então eu creio que voltaremos ao primeiro Alien, para [perguntar] por quê? Quem faria algo tão terrível?”.

Além disso foi anunciado que John Logan (007 Contra Spectre), que já trabalhou com Scott em Gladiador (2000), também se juntará ao experiente cineasta neste novo filme.

As gravações de Alien: Paradise Lost acontecerão na Austrália. Noomi Rapace e Michael Fassbender estão confirmados na continuação que tem estreia prevista para maio de 2017.

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News: Sucessor de Prometheus contará com uma nova equipe de pesquisadores

7 out

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Em recente entrevista ao site Awards Campaign, o diretor Ridley Scott revelou algumas curiosidades sobre o sucessor de Prometheus (2012).

Primeiramente, para quem pensava que o filme se chamaria Prometheus 2 temos uma notícia, o nome da produção foi definida como Alien: Paradise Lost. De acordo com Scott, ele será um pouco diferente de seu anterior:

“Será algo separado porque eles irão para o planeta dos Engenheiros e eles vão ver o que acontece por lá. Foi um desastre. Eles estarão naquela nave alienígena que os levará para lá, mas com um novo grupo de viajantes no começo do primeiro ato”, disse o cineasta.

Alien: Paradise Lost possui estreia marcada para dia 30 de maio de 2017. A produção contará com o retorno dos personagens Elizabeth (Noomi Rapace) e David (Michael Fassbender). Quanto a ligação com o próprio Alien, Scott já havia dito que isso acontecerá a partir do terceiro filme. Esperaremos ansiosamente! 🙂

News: Saga Prometheus deve fazer sim uma conexão com Alien, diz Ridley Scott

24 set

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Em entrevista recente ao Film Futter, o grande cineasta Ridley Scott esclareceu algumas coisas sobre a saga Prometheus. O diretor declarou que existirá sim uma conexão da franquia com a origem de Alien, mas não em Prometheus 2. Confira!

Sim, mas não será no próximo. Será no filme depois desse, talvez no quarto filme, que voltaremos à franquia Alien”, afirmou Scott.

O cineasta também falou sobre a sua ideia em relação a criação dos monstros alienígenas: “Eu sempre pensei no Alien como uma espécie bacteriana de cunho bélico. Eu sempre pensei na nave original, que eu chamo de Croissant, como uma nave de guerra carregando essas criaturas biomecanoides que se destinam apenas à destruição”.

No momento, Scott está focado na promoção de seu mais novo longa Perdido em Marte, que estreia dia 1 de outubro por aqui e que inclusive está recebendo ótimas críticas. As gravações de Prometheus 2 deverão começar no início de 2016 na Austrália.

News: Ridley Scott volta suas atenções para Prometheus 2

5 ago
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Ridley Scott e Noomi Rapace no set de filmagens de Prometheus (2012)

Depois de um período de férias merecidas, o grande cineasta Ridley Scott (Alien, o 8º Passageiro / Blade Runner, o Caçador de Androides), declarou em entrevista à edição impressa da Total Film, que estará de volta à ficção científica.

“Eu voltei para a ficção científica, e eu adoro isso”, disse o aclamado diretor. Na verdade, todo esse ânimo tem um nome: Prometheus 2. O prólogo de Alien teve seu primeiro filme lançado no ano de 2012, mas desde então, sua produção ficou estagnada, até agora.

Prometheus 2 têm sua estreia agendada para 4 de março de 2016. Sobre o elenco, a atriz Noomi Rapace, que protagonizou o primeiro longa, está quase que certa nesta continuação.

Falando em Scott, o novo trabalho do diretor, intitulado Perdido em Marte, deve debutar nos cinemas brasileiros no dia 1º de outubro deste ano.

Crítica: Crimes Ocultos (2015)

22 maio

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Baseado no primeiro livro da trilogia de Tom Rob Smith, Crimes Ocultos (Child 44), longa produzido pelo mestre Ridley Scott (Blade Runner / Alien), é de fato uma adaptação bem ousada e que chama a atenção, principalmente do governo russo, que recentemente causou polêmica ao declarar que o filme retrata os soviéticos unicamente como uma “massa sangrenta” e decretando a proibição do mesmo por lá. Entretanto, apesar de interessante, a película pode ter ficado bem aquém do esperado. Vamos analisar!

Crimes Ocultos já logo de cara chama a atenção devido a seu elenco de primeira, que conta com nomes como Tom Hardy (Mad Max: Estrada da Fúria), Gary Oldman (Os Infratores) e Noomi Rapace (Prometheus). Hardy e Oldman inclusive já trabalharam juntos recentemente em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012), no qual ambos interpretaram os personagens Bane e James Gordon, respectivamente.

A obra nos faz voltar ao passado, mais precisamente no início dos anos 50. Nesta época, o regime autoritário da União Soviética comandado por Stalin, estava a todo vapor. E é dentro deste clima de tensão que a trama do diretor Daniel Esponisa (Protegendo o Inimigo) acontece.

Leo Demidov (Tom Hardy) é um órfão que foi acolhido por um militar numa época em que milhões de crianças haviam perdido seus pais devido a uma sangrenta guerra civil na Ucrânia. Anos mais tarde, Leo se consagra como líder do departamento investigativo da KGB (Comitê de Segurança do Estado), após aparecer como o grande salvador da URSS na luta contra o regime Nazista, no fim da Segunda Guerra Mundial. Tudo parece ir muito bem para ele, que possui um cargo digno de inveja de seus companheiros, status, uma família que o ama e Raisa (Noomi Rapace), sua bela esposa.

As coisas então começam a mudar quando o filho de seu amigo é encontrado morto bem próximo a uma linha de trem. A morte, que notoriamente parece resultado de um assassinato, é tratada apenas como um “simples acidente” pelo governo local, já que até então a União Soviética era vista como “paraíso”, e como diziam: “não há crimes no paraíso”. A partir daí, Leo se vê intrigado com a situação e resolve investigar o caso, juntamente com sua mulher. O único problema é que seus superiores não parecem gostar muito da ideia de trazer a verdade à tona e, por causa disso, Leo e sua família passam a correr risco de vida.

Com toda a certeza a obra de Tom Rob Smith é uma história com bastante recheio, com direito a dramas pessoais e familiares, momentos históricos, governos de índole duvidosa, entre outros. No entanto, senti que a mão de Espinosa tremeu quase que literalmente no andamento da coisa.

Primeiramente notei que muitas cenas tinham uma câmera bastante tremida, com a intenção de dar um pouco mais de realidade para o momento. Entretanto, as vezes a técnica parecia exagerada demais e me sentia como se estivesse em uma montanha russa ambulante. A fotografia do longa como esperado, era bastante escura, com muitas nuances frias, típicas de filme de guerra. Já o roteiro de Richard Price se tornou muito, mas muito confuso. A verdade é que Espinosa tinha um diamante bruto nas mãos, mas que não soube lapidar da forma correta. Talvez se Ridley Scott estivesse no comando o resultado fosse um pouco melhor.

Eram muitos detalhes a serem abordados: ambições políticas, a ameaça de um serial killer, personagens intensos e tudo isso ambientado em uma atmosfera pós-guerra. É de fato muita coisa para um filme só, tanto que nenhuma delas foi tratada de forma mais profunda, o que fez com que o filme se tornasse superficial demais, além de confuso, principalmente da metade para o final. A sensação é de que ficaram lacunas a serem preenchidas, e isso para um filme desse porte não é nada bom. Não é à toa que a crítica europeia não pareceu muito satisfeita com a película, alegando a falta de conteúdo adaptado do livro, como uma abordagem mais política, homossexualidade e principalmente o lado mais psicológico de seus personagens.

No entanto, posso facilmente destacar o belo desempenho do elenco. Tom Hardy, assim como Noomi Rapace estavam impecáveis. Eu fico impressionado com a versatilidade de Hardy como ator. O cara simplesmente se entrega em qualquer papel que ouse fazer. E neste filme não foi diferente. O seu personagem conseguiu passar de anti-herói para o mais aclamado dos mocinhos de uma forma magnífica. Já a bela Rapace mostrou que possui mais conteúdo do que eu pensava, dando um show de atuação e carga dramática em muitas cenas.

O personagem de Gary Oldman teve pouco destaque, mas conseguiu passar o recado. Já Joel Kinnaman (Noites sem Fim), talvez tenha surgido como a grande surpresa do longa. Seu personagem, apensar de também ter sido pouco explorado, brilhou nos momentos cruciais deste suspense. No mais, eu ainda posso destacar a excelente trilha sonora, que elevou o status do filme com toda a certeza.

Resumindo a obra, Crimes Ocultos, filme que poderia ser um candidato nato ao Oscar 2016, sai da corrida devido a problemas nítidos em sua condução. No entanto, a trama vale a pena por abordar um tema bastante sensível, uma realidade que talvez poucos conheçam.

Trailer:

*Crítica também postada no site Blah Cultural

News: Michael Green estará a frente do roteiro da nova adaptação de Assassinato no Expresso do Oriente

12 mar
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Michael Green

Oi gente, eu sei que estou em falta com vocês e que o blog tava meio paradinho, mas por favor façam a egípcia e finjam que nada aconteceu (aloka)….rsrsrs

Bom, a minha vida tá bem louca com a volta das aulas, mas passei aqui pra postar uma notícia mara! Finalmente o projeto Assassinato no Expresso Oriente ganhou vida!!!! eeeeehhhhhh….

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Albert Finney interpretou o detetive Hercule Poirot na adaptação de 1974

É isso mesmo, estou falando da magnífica obra literária de Agatha Christie (amo), a rainha das tramas policiais. Na verdade o projeto que tinha como objetivo reviver a história do detetive Hercule Poirot já existia, porém ficou estagnado. Mas agora a Fox contratou o roteirista Michael Green, um dos responsáveis pelo filme do Lanterna Verde (2011), e que está também cotado para escrever os roteiros de Prometheus 2 e Blade Runner 2, e com isso a coisa parece que vai pra frente.

Green deverá se juntar aos produtores Ridley Scott, Simon Kinberg e Mark Gordon para encontrar uma nova cara para o clássico de Christie. Ao que se sabe a trama continua a mesma: a investigação do assassinato de um passageiro que ocorreu no trem O Expresso Oriente em meio a uma tempestade de neve.

Para quem não conhece, já existe o filme de 1974 dirigido por Sidney Lumet. Fica a dica para os curiosos de plantão.

 

News: Harrison Ford estará em Blade Runner 2!

27 fev

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Um dos filmes mais emblemáticos e interessantes de todos os tempos terá uma continuação. Estou falando de Blade Runner – O Caçador de Androides (1982).

Para quem não sabe, este longa dirigido pelo mestre Ridley Scott revolucionou o gênero de ficção científica no cinema, abordando temas totalmente futurísticos (hoje atuais) e isso no início dos anos 80. É um filme obrigatório, principalmente para quem estuda comunicação.

Pois bem, a nova é que o ator Harrison Ford, intérprete do detetive Rick Deckard do primeiro filme, irá retornar para o mesmo papel em Blade Runner 2. A direção da película ficará por conta de Denis Villeneuve (Os Suspeitos) e Ridley Scott estará na produção.

O anúncio do envolvimento de Ford foi feito pelos produtores Andrew Kosove e Broderick Johnson:

“Estamos honrados em confirmar que Harrison (Ford) estará nesta jornada junto com Denis Villeneuve, um talento singular que acompanhamos de perto em Os Suspeitos. Ridley Scott, Hampton (Fancher) e Michael (Green) desenvolveram uma incrivelmente potente e fiel sequência para um dos filmes mais aclamados de todos os tempos e não poderíamos estar mais animados com esse excelente time criativo.”

Os detalhes sobre roteiro não foram divulgados e estão sendo mantidos em segredo, porém Harrison Ford já declarou que o script foi “a melhor coisa que ele havia lido na vida”. Hum….

News: Fox autoriza Neill Blomkamp a realizar novo filme da franquia Alien

19 fev

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Quem disse que carnaval é só durante 4 dias? Imagina! Com a notícia que recebemos hoje a folia pode se estender um pouco mais, afinal, não é todo dia que recebemos a notícia de mais um filme da franquia Alien.

É isso mesmo que você leu, Neill Blomkamp diretor de Distrito 9 (2009) acaba de receber sinal verde da Fox para produção de um novo filme da franquia inicia da por Ridley Scott em 1979.

Na verdade Blomkamp já estava com vontade de realizar algo assim, tanto que postou em sua rede social várias imagens conceituais de um novo Alien (abaixo) e já havia tido longas conversas com Sigourney Weaver (a mocinha da franquia Alien) no set de seu filme Chappie, que estreia dia 16 de abril.

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“Não teve nada a ver com o estúdio. Foi algo que eu senti que poderia fazer. Eles [executivos] nem sabiam que eu estava trabalhando nisso”, disse o cineasta que ainda completou… “Acho que este é oficialmente meu próximo filme”.

Acredita-se que este novo filme irá abordar os acontecimentos após Prometheus 2, que ainda está em desenvolvimento e terá Ridley Scott na direção.

Crítica: Êxodo: Deuses e Reis (2014)

29 dez

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Essa foi sem sombra de dúvidas uma das superproduções mais esperadas deste ano, principalmente por se tratar de uma obra dirigida por ninguém menos que Ridley Scott, que já comandou sucessos como Gladiador (2000), Blade Runner – O Caçador de Andróides (1982) e Prometheus (2012). Quem  já assistiu algum destes que citei sabe do que estou falando. No entanto, será que Scott conseguiu manter sua tradicional qualidade em Êxodo: Deuses e Reis?

Então, vamos começar analisando de forma bastante cautelosa, pois primeiramente se trata de uma obra adaptada de um clássico da literatura cristã, ou seja, da Bíblia. Mexer com algo assim pode causar um grande furor, como o que aconteceu recentemente nos Emirados Árabes, que considerou que o filme não retrata bem os fatos históricos e religiosos, por isso proibiram a exibição do mesmo por lá.

Êxodo: Deuses e Reis conta a história de Moisés, um profeta que nasceu em uma época em que o Egito estabelecia uma prática de genocídio étnico contra os recém-nascidos de pais judeus. Sua mãe, com medo de que a criança fosse morta, o coloca dentro de uma cesta e em seguida a deixa correr com o fluxo do rio para que Moisés pudesse escapar com vida. É então que sem saber de nada, o pequeno garoto é resgatado pela irmã do líder egípcio e cresce dentro do palácio do faraó como um descendente real, até receber o seu chamado de guiar o povo judeu, ou hebreu, como dizem no filme, rumo à liberdade.

Achei acertadíssima a escolha de Christian Bale para o pepel principal. Depois do ator brilhar na trilogia Batman e no ótimo Trapaça (2014), estava na hora dele alcançar outros voos. Bale soube interpretar Moisés sem parecer muito clichê, o que geralmente acontece em filmes desse tipo. Quem eu não achei que foi uma escolha acertada para o papel do líder Ramsés foi o ator Joel Edgerton, que de fato apareceu irreconhecível sem toda aquela pelagem corporal que lhe é convencional, porém esse sim achei que ficou bastante clichê, com todas aquelas caras e bocas de vilões egocentristas e uma interpretação mediana.

Falando sobre outros pontos da película, eu senti que o diretor Ridley Scott pecou um pouco por deixar muitas coisas subentendidas. Parece que pelo fato de ser uma história bastante conhecida pelo público, ele se absteve de alguns detalhes e tentou focar mais nos momentos de ação, do que em pequenos diálogos mais precisos e cruciais para que o público pudesse entender melhor o que se passava, afinal, nem todo mundo conhece a trama bíblica a fundo.

Eu também senti falta de efeitos mais elaborados. Parece que depois de Prometheus (2012), filme que foi bastante elogiado devido a esses truques tecnológicos, o diretor e toda sua equipe ficaram sem um orçamento digno de uma superprodução como essa. Achei que ficou faltando, principalmente na parte onde o Mar Vermelho é aberto por Moisés para que o povo hebreu pudesse passar. Nesse quesito até Noé (2014) conseguiu estar um passo a frente da obra de Scott.

Não vou nem tocar no assunto das alterações quanto a trama em sim, pois isso fica a cargo do roteirista e do diretor, que possuem total liberdade artística de modificarem o quanto quiserem se acharem por bem. Eu, assim como muita gente que cresceu ouvindo essas historinhas bíblicas nas escolas dominicais da vida, identifiquei algumas alterações óbvias, porém não afetou o resultado como um todo, talvez até tenha ficado mais interessante. Está recomendado!

Trailer:

News: Coldplay embala novo trailer de Êxodo: Deuses e Reis

1 out

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Saiu um novo trailer de Êxodo: Deuses e Reis, filme de Ridley Scott (Alien/Gladiador) que abordará a trajetória de Moisés (aquele da Bíblia).

No vídeo, temos muitas cenas de ação e também Christian Bale como Moisés liderando o povo judeu do domínio egípcio, e como diz nele, numa época que “homens governavam como deuses”. E tudo ao som de Midnight, música  do Coldplay.

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Para quem não saca muito bem da história, Moisés foi um profeta que nasceu em uma época em que o Egito estabelecia uma prática de genocídio étnico contra os recém-nascidos de pais judeus. Sua mãe, com medo de que a criança fosse morta, o coloca dentro de uma cesta e em seguida a deixa correr com o fluxo do rio para que Moisés pudesse escapar com vida. É então que sem saber de nada, o pequeno garoto é resgatado pela irmã do líder egípcio e cresce dentro do palácio do faraó como um descendente real, até receber o seu chamado de guiar o povo judeu rumo à liberdade.

As sequências quem mostram as pragas do Egito estão demais!

Além de BaleÊxodo: Deuses e Reis também conta com Aaron Paul, Sigourney Weaver, Ben Mendelsohn, John Turturro, Ben Kingsley e Indira Varma em seu elenco. A película estreia dia 25 de dezembro, Natal.

Trailer:

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