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News: Elenco de Uma Linda Mulher se reúne 25 anos depois

20 mar

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Este post aqui vai para quem viveu os anos 90! 🙂

Depois de 25 anos, o elenco do clássico da década mais legal do mundo (eu acho) se reuniu para um bater papo sobre os melhores momentos do longa Uma linda mulher (1990). O convite partiu do apresentador Matt Lauer do programa Today, da rede NBC americana. Os presentes foram Julia Roberts, Richard Gere, Hector Elizondo, Laura San Giacomo e o diretor Garry Marshall. Apenas o ator Jason Alexander não esteve no encontro.

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E você sabia que a trama inicialmente não seria uma comédia romântica? Pois é! O filme de Marshall iria ser um drama e com uma final bem trágico. Roberts viveria uma prostituta viciada em drogas é o que conta a atriz, que também revelou: “O personagem de Richard me jogava para fora do carro, atirava o dinheiro em cima de mim e ia embora conforme os créditos rolavam”. Tenso né?

Além disso, Gere não queria aceitar o papel quando lhe foi apresentado pela primeira vez. Foi preciso uma intervenção do diretor da obra, colocando os dois protagonistas frente a frente para que o ator enfim desse seu favorável veredito final. A química foi tão grande entre os dois que não tinha como o longa não ser uma comédia romântica.

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Crítica: The Normal Heart (2014)

9 jun

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Simplesmente fiquei surpreso com este trabalho do cineasta Ryan Murphy, que é mais conhecido pelo povão por ter produzido as séries televisivas Glee e American Horror Story.

The Normal Heart é um longa com temática LGBT produzido pela HBO, que na verdade é uma adaptação teatral de 1985 escrita por Larry Kramer. Ele não é apenas mais um filme contando sobre como os gays se divertem, óbvio que existe isso, mas sua intenção está muito longe de qualquer apelo mais sexual.

A película tem como missão mostrar como foi o início da descoberta da AIDS no começo dos anos 80. A obra está recheada de estrelas como Mark Ruffalo (Os Vingadores), Julia Roberts (Álbum de Família), Matt Bomer (Magic Mike) e Taylor Kitsch (John Carter: Entre Dois Mundos), que dão um espetáculo à parte.

A sinopse gira em torno de Ned Weeks (Mark Ruffalo), um escritor um pouco retraído quando se trata de sua própria sexualidade, que acaba de chegar à casa de seus amigos no litoral de São Francisco. Pouco tempo depois, o mesmo presencia a morte de um de seus melhores amigos devido a um vírus ou como eles denominam na trama, um tipo de “câncer gay”, que aparentemente têm afetado apenas homossexuais do sexo masculino. Ned fica intrigado com isso e resolve investigar quais seriam as causas de tantas mortes em um curto espaço de tempo. Na luta contra esta terrível doença, entram a Dr. Emma Brookner (Julia Roberts) e os amigos de Weeks Bruce Niles (Taylor Kitsch), Mickey Marcus (Joe Mantello), Tommy Boatwright (Jim Parsons), entre outros que precisam correr contra o tempo e fazer com que o governo assuma sua responsabilidade e ajude a combater esta nova epidemia.

Sabe, uma surpresa muito grata deste filme foi com toda a certeza Matt Bomer, que interpreta o jornalista Felix Turner, e que porventura se envolve amorosamente com o personagem de Ruffalo. Por ironia do destino, Felix também é contagiado pela doença e é aí que a carga dramática do ator aparece. Bomer sempre foi muito superestimado por conta de sua beleza, e quando se assumiu publicamente gay, também chegou a perder bons papéis em Hollywood por conta do machismo e preconceito dentro do show business. Entretanto, o ator chegou a se destacar como protagonista na série Crimes do Colarinho Branco (2009), fez uma participação no apelativo Magic Mike (2012) e até foi cogitado para interpretar o fogoso Christian Grey de Cinquenta Tons de Cinza, que ainda vai estrear.

Voltando para The Normal Heart, fiquei muito satisfeito com a atuação de Matt. A coisa foi tão intensa, que ele chegou a perder 18 kg para demonstrar os danos da doença no corpo de seu personagem. Isso tudo me fez lembrar Tom Hanks no premiado Filadélfia (1993), que também interpretou um homossexual portador do vírus. Se não fossem as inconstâncias das premiações, super cogitaria Bomer para o Oscar de melhor ator coadjuvante. Quem sabe?

Agora falando de outras boas atuações, também destaco os papéis de Mark Ruffalo, Julia Roberts, Joe Mantello e Taylor Kitsch, que com toda certeza brilharam em seus respectivos personagens. Julia, que dispensa comentários, soube colocar o tom certo em sua dedicada Dr. Emma Brookner, uma médica que ficou paraplégica após ser diagnosticada com poliomelite quando criança, e que agora se dedica a tentar achar a causa dessa nova epidemia. Já Ruffalo (sempre fofo), também encontrou o tom certo para seu protagonista, sem exagerar na caricatura ou se tornar rígido demais.

Me voltando para o conjunto total da obra, achei que foi tudo feito com muito esmero, apresentando as reais dificuldades que os gays sofreram com a descoberta da AIDS. Eu não nasci naquela época, mas acredito que toda a comunidade LGBT tenha enfrentado um grande problema para trazer isso à tona e encontrar a real causa da doença. Imagina, você à mercê de uma coisa que ninguém sabe o que é, como se contagia, se tem cura ou não…Devia ser tudo muito apavorante. Por isso temos que parabenizar todos aqueles que trabalharam arduamente para que, hoje, a AIDS ou vírus HIV se tornassem ao menos algo diagnosticável e controlável. A cura ainda não existe abertamente, mas a ciência vem avançando muito nesses últimos anos e acredito que um dia o planeta terra estará livre deste mal.

O que eu não gostei muito foi que a película pecou um pouco nos clichês que a sociedade insiste em enxergar dentro da comunidade gay. Toda essa onde de festividade, sexo, drogas e Rock ‘N’ Roll não é o que eu conheço do mundo LGBT hoje em dia. Mas é aquela coisa, eu entendo do mundo em que eu vivo e não posso afirmar categoricamente que no passado a coisa não foi exatamente assim, preciso de uma opinião de quem viveu naquela época. É óbvio que existe sim bastante promiscuidade, assim como no mundo hétero, mas continuo achando que a coisa ficou um pouco forçada dentro do longa. E outra, essa história de chorar e criar elo logo na primeira transa pegou muito mal, né senhor Ryan Murphy? Isso não existe e nem nunca existiu, por favor! Ao menos tivesse colocado uma passagem de tempo maior para todo aquele amor Disney.

No mais eu destaco a excelente trilha sonora (amo a era Disco) e o intuito político inserido na trama, quando os personagens discutem sobre como a doença foi inserida dentro da comunidade gay daquela forma. É realmente muito estranho isso e com toda certeza devem existir grupos de discussões por aí falando sobre o tema, mas isso eu deixo para vocês discutirem em casa com seu parentes e amigos. Então para que fique claro, por favor vejam este filme!

Trailer:

 

 

News: Uma Linda Mulher ganhará adaptação para a Broadway

17 mar

Uma-Linda-Mulher-05Uma das comédias românticas mais bem sucedidas de todos os tempos irá estrear na Broadway. Pois é!  As informações são do New York Post, que publicou recentemente que a trama estrelada por Julia Roberts e Richard Gere terá uma versão teatral.

O diretor Garry Marshall (do longa) e J.F. Lawton irão participar da tradução da trama para os palcos. Marshall inclusive já vem realizando alguns trabalhos de sucesso na Broadway, e pretende tornar Uma Linda Mulher – O Musical mais um outro recorde de bilheterias.

Quanto as músicas que farão parte do musical, ainda não temos informações, porém na trilha original de Uma Linda Mulher  tiveram clássicos da década de 90 como Oh, Pretty Woman!,  sucesso na voz de Roy Orbinson e a balada It Must Have Been Love, interpretada pela dupla sueca Roxette.

Crítica: Álbum de Família (2013)

30 dez

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O que dizer de um filme com um elenco como Meryl Streep, Julia Roberts, Ewan McGregor, Juliette Lewis e cia ? Pois é, nada muito além de que no mínimo ele será bom. E não nos enganamos, pois Álbum de Família, um longa aparentemente bucólico, conseguiu atingir excelentes resultados apenas com diálogos interessantíssimos.

Estava namorando este filme desde que soube de sua estreia lá nos EUA. Na verdade como eu amo tudo o que Meryl Streep faz, não poderia deixar de ver uma obra na qual ela contracena com outros grandes nomes do cinema mundial.

Então, Álbum de Família é uma adaptação teatral escrita e finalizada por Tracy Letts, e que fez muito sucesso durante sua exibição na terra do Tio Sam. Para nossa sorte, tiveram a ideia de recriá-la para o cinema e de quebra com um elenco super massa. A trama que vai quase que literalmente do céu ao inferno, conta a história das filhas Barbara (Julia Roberts), Ivy (Julianne Nicholson) e Karen (Juliette Lewis), que precisam se reunir novamente para cuidar de sua mãe doente Violet (Meryl Streep), após o desaparecimento de seu pai. O problema é que com a convivência e o difícil temperamento de todos, principalmente de Violet, que sofre de câncer e toma vários remédios para se manter bem, a situação acaba se tornando cada vez mais impraticável, e com isso, vários outros problemas surgem à tona.

Já digo de antemão que também seria quase que impossível um resultado tão surpreendente sem a brilhante direção de John Wells, que conseguiu tirar todo o aspecto teatral da obra e impor  de forma grande um clima cinematográfico. É óbvio que existem cenas que mais parecem monólogos do que qualquer outra coisa, mas elas são tão bem realizadas e dirigidas, que superam qualquer expectativa. É incrível também compreender que a película consegue ir do drama a comédia de uma forma impecável, e uma das responsáveis por todo esse trabalho bem feito é certamente a rainha e diva absoluta Meryl Streep. A atriz está tão espetacular, que em apenas uma única cena, na qual ela pede um pouco de hidratante para Juliette Lewis, é possível sentir o aroma do creme e a cena quase que literalmente invade o olfato do público. Além disso, a maestria com que ela interpreta sua personagem, que é totalmente bipolar devido ao abuso de remédios, é impressionante, e isso faz com que a dinâmica do longa seja bastante acrescida.

Julia Roberts também, acredito eu, encontra-se em um dos melhores papéis de toda sua carreira. Ela nos apresenta uma atuação concisa e consegue passar todos os lados de sua personagem, que é a da filha mais velha, aquela que é culpada por tudo, por ter abandonado o lar, por não dar atenção suficiente, mas que ao mesmo tempo, se preocupa e pensa sempre no melhor para sua família. Lewis também não fica de fora e faz brilhantemente a personagem Karen, a mais descolada das irmãs, mas que também não se sente totalmente resolvida e precisa se encontrar em seus parceiros. Ewan McGregorAbigail Breslin, Margot Martindale e todo o elenco estão completamente afinadíssimos.

Posso destacar ainda mais aspectos, afinal, qualidades é que não faltam. O longa nos apresenta uma excelente trilha sonora, bem propícia para o que  a trama se propõe, e faz com que entremos ainda mais fundo na cultura de toda aquela gente reunida. A fotografia é um outro ponto a favor, eu ficava encantado com as passagens de tempo e os enfoques na natureza ali apresentada.

E ah! não posso me esquecer de uma das cenas mais célebres do longa, na qual Julia Roberts ataca a personagem de Streep, após um intenso diálogo muito bem dirigido por Wells. Talvez essa cena seja uma das responsáveis pela indicação ao Globo de Ouro de Melhor Filme – Comédia/Musical. Espero sinceramente que a película ganhe e vá para o Oscar como favorita. Só ainda não posso torcer por Meryl para melhor atriz, pois mesmo com toda a excelência da mesma, Cate Blanchett ainda é minha favorita por Blue Jasmine, mas apenas digo que o pálio vai ser duríssimo.

Trailer:

News: Álbum de Família e Até Que A Sorte Nos Separe 2 estreiam hoje!

27 dez

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Vamos lá galera!!! Nesse fim de semana temos comédia brasileira (de praxe) e também temos um drama com direito a Meryl Street e Julia Roberts.

Estreiam hoje os longas Até Que A Sorte Nos Separe 2 e o bem falado Álbum de Família. Precisamente quero muito ver este último, pois Merly Streep é Meryl Streep (Diva!!!).

Então vamos lá!

Até Que A Sorte Nos Separe 2:

“Três anos depois, Tino (Leandro Hassum) e Jane (Camila Morgado) estão mais uma vez em dificuldades financeiras. O saldo bancário do casal é salvo graças ao inesperado falecimento de tio Olavinho, que deixou uma herança de R$ 100 milhões a ser dividida igualmente entre Jane e sua mãe, Estela (Arlete Salles). Como o último desejo do tio foi que suas cinzas sejam jogadas no Grand Canyon, Tino aproveita para levar a esposa e dois de seus filhos para conhecer Las Vegas. Entretanto, ele se empolga com a jogatina de um cassino e perde todo o dinheiro ganho por Jane na mesa de pôquer. Para piorar a situação, ainda fica devendo US$ 10 milhões a um capanga da máfia mexicana (Charles Paraventi), que deseja receber o dinheiro a todo custo.”

Álbum de Família:

“Barbara (Julia Roberts), Ivy (Julianne Nicholson) e Karen (Juliette Lewis) são três irmãs que são obrigadas a voltar para casa e cuidar da mãe viciada em medicamentos e com câncer (Meryl Streep), após o desaparecimento do pai delas (Sam Shepard). O encontro provoca diversos conflitos e mostra que nenhum segredo estará protegido. Enquanto tenta lidar com a mãe, Barbara ainda terá que conviver com os problemas pessoais, com difíceis relações com o ex-marido (Ewan McGregor) e com a filha adolescente (Abigail Breslin).”

Sinopses por AdoroCinema

News: George Clooney e Juliette Lewis falam sobre o longa Álbum de Família

3 dez

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Um dos filmes mais esperados para esse fim de ano acaba de ter sua pré-estreia em Los Angeles, Estados Unidos. Estamos falando do longa Álbum de Família, que possui um elenco repleto de estrelas, sente só: Meryl StreepJulia RobertsEwan McGregorJuliette LewisSam ShepardAbigail BreslinBenedict Cumberbatch e Dermot Mulroney.

Com estreia agendada para 27 de dezembro no Brasil, o AdoroCinema esteve na pré-estreia e realizou uma entrevista com George Clooney e Juliette Lewis, astros do longa. Clique aqui Álbum de Família

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News: Meryl Streep e Julia Roberts juntas em August: Osage County

11 set
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As duas veteranas estrelam o longa August: Osage County

Quem nunca sonhou em ver as duas divas do cinema juntas em algum filme? Pois é! Parece que isso já pode descer da caixinha de pedidos “irreais” e ir direto para o “Delivery” (hehehehe).

Em recente entrevista na apresentação do festival internacional de cinema de Toronto, que aconteceu na última segunda-feira (9), Julia Roberts falou sobre o seu novo trabalho ao lado de Meryl Streep e disse: 

“Trabalhar com a Meryl Streep é um sonho pra qualquer um. Conhecê-la já é uma honra. Ela é uma pessoa tão bonita e foi intimidador, é claro, estar naquelas cenas com ela. Estrangular ela e fazer coisas do tipo não eram exatamente como eu imaginei que fosse acontecer, durante todos esses anos.

Pensei que nós duas estaríamos juntas, tomando chá e conversando com sotaques fabulosos, muito bem vestidas. Mas lá estava eu… Suando e com uma bunda falsa enorme. Então, não foi exatamente como estava nos meus sonhos.”

August: Osage County é uma adaptação teatral e tem como trama a história das mulheres da família Weston. Por conta de acontecimentos da vida, todas elas acabam seguindo rumos diferentes, porém uma crise na família faz com que elas voltem a se reunir novamente na casa em que cresceram.

O longa August: Osage County conta ainda com Ewan McGregor (Moulin Rouge) e Juliette Lewis (Cabo do Medo) em seu elenco.

A obra já é uma das fortes candidatas ao Oscar de 2014. Mas também, com esse elenco, como não seria? (heheheeh). Adoro! 😉

Segue o trailer:

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