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News: Jake Gyllenhaal dá seu veredito sobre sua participação em Esquadrão Suicida

23 jan

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Com a notícia da desistência de Tom Hardy, que preferiu se afastar e não irá mais interpretar o vilão Rick Flagg em Esquadrão Suicida, a Warner/DC Comics teve de agir muito rápido para encontrar novamente o ator certo para o papel.

Daí o primeiro nome que a produtora cogitou foi o do maravilhoso Jake Gyllenhaal. A proposta foi até feita, mas Jake disse “não” (chatiada). Ele está estrelando uma produção na Broadway e as apresentações devem ir até março.

Esquadrão Suicida terá direção de David Ayer e ainda conta com nomes como Viola Davis (Amanda Waller), Will Smith (Pistoleiro), Margot Robbie (Arlequina), Jai Courtney (Capitão Bumerangue), Cara Delevingne (Magia/Encantadora) e Jared Leto (CoJared ringa) em seu elenco. Existem indícios de que Ben Affleck irá aparecer como Batman e Jesse Eisenberg interpretando o vilão Lex Luthor.

O longa estreia só dia 5 de agosto de 2016, mas o site Latino-Review divulgou uma suposta sinopse da película:

“Prisioneiro e Arlequina se encontram enquanto o primeiro prepara-se para cometer um assassinato e a segunda tenta libertar o Coringa da prisão. Capturados por Amanda Waller, são mandados por ela em uma missão para interceptar um carregamento de armas. Aí entram Capitão Bumerangue – velho inimigo do Pistoleiro – e Rick Flagg, que atua como comandante da equipe. A Magia aparece mais tarde e o Coringa passa praticamente o filme todo preso, mas passando orientações. O trecho final reserva um importante plot twist e uma grande rebelião na cadeia”.

Crítica: Os Suspeitos (2013)

27 out

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Então amigos do Foca na Pipoca, ultimamente meus dias têm sido um pouco cheios e as vezes não consigo atualizar as críticas dos filmes que vejo no mesmo dia, mas estou sempre por aqui tentando colocá-las o mais rápido possível. Dessa vez falaremos de Os Suspeitos, do diretor Denis Villenueve.

Pois bem, Os Suspeitos é realmente um suspense de tirar o fôlego, com boas atuações, uma direção empenhada e uma sinopse interessante. Contando com Hugh Jackman, o eterno Wolverine e Jake Gyllenhaal, o eterno do meu coração, a película se caracteriza como um daqueles suspenses que você não consegue tirar o olho da tela e fica querendo saber o que irá acontecer a cada cena.

A história gira em torno do desaparecimento de duas meninas, filhas dos amigos Keller Dover (Hugh Jackman) e Franklin (Terrence Howard). Em uma reunião em família para um almoço, Keller (Jackman), leva sua esposa Grace (Maria Bello), sua filha pequena Anna (Erin Gerasimovich) e seu filho adolescente Ralph (Dylan Minnette) para uma confraternização na casa de Franklin (Terrence Howard), Nancy Birch (Viola Davis) e da pequena Joy (Kyla Drew Simmons). Apenas que no meio do processo, eles sentem falta da presença das duas garotinhas e resolvem sair para procurar. Depois de algumas horas, eles não as encontram e resolvem acionar a polícia, com o detetive Loki (Jake Gyllenhaal), à frente do caso. Com o andar das investigações, Loki acaba descobrindo que tudo poderia ser muito mais difícil do que imaginara.

Assim, gostei bastante do filme, principalmente pela condução de Villenueve junto às cenas. O diretor conseguiu transformar uma trama bastante clichê em algo realmente interessante, com o fôlego aumentando a cada cena. Jackman e Gyllenhaal estão bem convincentes em seus respectivos papeis, além da maravilhosa Viola Davis. A trilha também é muito boa e consegue dar mais vida à trama de Aaron Guzikowski. Outro ponto positivo foram as peculiaridades de cada personagem, com seus medos, receios, perversidades e tudo mais, que fizeram com que houvesse uma boa diferença em relação a outros perfis de filmes do gênero. Daí você fica sem saber se o bonzinho é realmente o bonzinho ou se o mal é realmente tão perverso assim.

Agora como nem tudo são flores, devo destacar também alguns pontos negativos, que foram poucos admito, mas que não deixaram de impactar no resultado final. Achei que tudo ia muito bem até os últimos momentos, só que Villenueve meio que se embananou com tantos emaranhados e simplesmente deixou de focar no ponto principal, que era justamente a descoberta de quem era o mentor daquilo tudo. Sei lá, pareceu que ele estava tão exausto, que na melhor cena, a coisa ficou simples demais, quando poderia ter feito um trabalho bem melhor. E outra, tá certo que nem tudo deve acabar com finais felizes, mas definitivamente o destino do personagem de Jackman ficou totalmente “freek” e, nessa parte, também achei que poderiam ter feito de outra forma.

No mais, acho que o filme realmente surpreende e desponta como um dos melhores suspenses dos últimos anos, porém ainda prefiro outros como O Colecionador de Ossos ou Seven – Os 7 Pecados Capitais.

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