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Crítica: Meu Passado Me Condena 2 (2015)

3 jul

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Chegou a vez de falarmos sobre Meu Passado Me Condena 2, longa protagonizado pelo caricato Fábio Porchat e a principiante Miá Mello. Para quem ainda não sabe, a película é uma adaptação da série de mesmo nome produzida pelo canal Multishow, e que teve seu primeiro filme lançado no final do ano de 2013.

Após terem se acertado em meio a uma lua de mel bastante conturbada, Fábio (Fábio Porchat) e Miá (Miá Mello) se veem em meio a outro dilema: a rotina de um casamento. Com o tempo, cada um começa a descobrir o lado mais obscuro de seu parceiro. De um lado, Fábio com toda a irresponsabilidade de um homem adulto e do outro, Miá como uma mulher totalmente controladora. A gota d’água do relacionamento se dá quando ele esquece o aniversário do terceiro ano de casamento, o que faz com que Miá decida terminar a relação de uma vez por todas. Entretanto, antes do veredito final, os dois resolvem viajar juntos para Portugal, com a intenção de acompanhar o velório da avó de Fábio, que vem a falecer repentinamente.

Parece até alguma piada quando lemos que o roteiro de Meu Passado Me Condena 2 foi escrito por três pessoas (Tati Bernardi, Leandro Muniz e Patricia Corso). Na verdade, chega a ser vergonhoso. Uma história totalmente fraca, sem conteúdo ou algum núcleo realmente pertinente. Parece que ficaram com preguiça de escrever algo que realmente prestasse e resolveram recauchutar todo o elenco do filme anterior, adicionando apenas algumas locações do belíssimo interior de Portugal.

Tudo se tornou um tanto quanto cansativo demais. A direção de Julia Rezende pecou na trivialidade em excesso, com cenas e enquadramentos totalmente previsíveis. Se a trama central já não ajudava muito, as piadas e o quesito “comédia” também não funcionaram como deveriam. A pequena tentativa da inserção de uma perspectiva machista dentro da trama, não passou de qualquer tipo de adorno que colocamos em nossa casa para enfeitá-la para o Natal. Sem um real aprofundamento, a película acabou ficando superficial demais.

Sobre as atuações eu irei bater na mesma tecla, Fábio Porchat como sempre um ator de um personagem só e Miá Mello ainda brincando de ser atriz. É impressionante como essa menina é ruim. Ela de fato não é atriz e nem humorista. É um daqueles casos para preenchimento de um teste vocacional para encontrar um caminho na vida.

Tirando o foco dos protagonistas, o restante do elenco fez o mesmo trabalhinho de “corte e cola”. Marcello Valle como o desnecessário Wilson e Inez Viana, um pouco mais expressiva, interpretando a charlatã Suzana. Desta vez tivemos as aparições pouco notáveis do português Ricardo Pereira e do veterano ator brasileiro Antônio Pedro. Todos atuando sem muito destaque.

Meu Passado Me Condena 2 surge como uma continuação completamente inútil, sem envolvimento e atuações do tipo “água de salsicha”. Talvez sirva de aprendizado para as futuras comédias brasileiras. Tomara!

Trailer:

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Crítica: Meu Passado Me Condena – O Filme (2013)

2 nov

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Mais uma comédia feita com a boa e velha fórmula brasileira. Estrelado pelo astro do canal Porta dos Fundos Fábio Porchat e a humorista relutante Miá Mello, o longa é um prato cheio para aqueles que desejam se divertir com uma comédia despretensiosa.

Dirigida pela esforçada Julia Rezende, a película apresenta uma boa trama, que na verdade não deixa de ser uma extensão do que acontece na série de mesmo nome, veiculada pelo canal Multishow da Globosat. Nela, o casal Fábio (Porchat) e Miá (Mello), são dois jovens apaixonados que se conheceram a pouco tempo, mas que já marcaram o casamento. Pois bem, o casório acontece não muito nos moldes tradicionais-perfeito para uma comédia-, mas da maneira correta. O casal resolve então ir passar a lua de mel em um cruzeiro indo direto para a Europa. Só que no meio do trajeto, os pombinhos não poderiam contar que encontrariam seus ex-namorados, Beto e Laura, vividos respectivamente por Alejandro Claveaux e Juliana Didone. Daí pra frente é confusão atrás de confusão e várias situações inusitadas.

Assim, Fábio Porchat, apesar de ser um ótimo comediante, não pode ser considerado um bom ator, pois a impressão que ele me passa, é que está sempre fazendo os mesmos papéis onde quer que seja, mas como a proposta do filme é justamente fazer rir, ele cumpre bem a sua tarefa. Já Miá Mello, não tem sequer algum talento para comédia ou para atuação, ela é verdadeiramente péssima! Muitas expressões forçadas, caracterizadas, que não a deixam soar normal. Entretanto, a película não chega a sofrer tanto por isso, afinal, como disse antes, a proposta do filme era apenas entreter e fazer rir, e como já estamos acostumados com coisas desse tipo na TV e na internet, fica muito mais fácil absorver a mensagem do longa.

Não vou negar que dei muitas gargalhadas e que o filme realmente cumpre o seu papel, mas é que as comédias brasileiras andam tão parecidas, que já começo a prever quando isso começará a cansar. Mas até lá a gente vai assistindo até quando fizer rir.

Trailer:

News: Hoje tem a estreia de Meu Passado Me Condena com Fábio Porchat!

25 out

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Para dar aquela animadinha no fim de semana, hoje tem a estreia do longa Meu Passado Me Condena com Fábio Porchat (Vai Que Dá Certo) e Miá Mello (Cilada.com).

No filme, Fábio (Porchat) e Miá (Mello), interpretam dois jovens que se encontram e sentem o amor à primeira vista. Um mês depois de se conhecerem, eles se casam e decidem viajar em um cruzeiro para a Europa em lua de mel. Entretanto, com que não podiam contar, é que no meio da viagem encontrariam seus ex-namorados Beto (Alejandro Claveaux) e Laura (Juliana Didone), que por acaso também estão juntos e passando a lua de mel no mesmo lugar.

O filme é produzido por Mariza Leão (De Pernas Pro Ar 2) e a estreante em longas Julia Rezende, que é filha da produtora e criadora do seriado que deu origem à película.

Trailer:

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