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Crítica: É o Fim (2013)

21 out

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O que esperar de um filme com James Franco, Seth Rogen, Jonah Hill, Danny McBride e Emma Watson interpretando eles mesmos em uma comédia totalmente “nonsense” ? Pois é, nada além de muita baixaria, piadas fuleiras, coisas sem sentido e por aí vai. No entanto, não é que dessa vez funcionou direitinho?

Quando eu li que este filme estava na lista do Tarantino dos dez melhores longas de 2013, juro que fiquei bastante curioso, mas ainda sim com um pé atrás, afinal, com quantos filmes desse tipo a gente já não quebrou a cara? Fiquei receoso, mas ainda sim com muita vontade de ver.

É o Fim, dirigido pelo próprio Seth Rogen e também pelo competente Evan Goldberg, é uma daquelas comédias com a pura intenção de tirar sarro de alguma coisa, neste caso, de todos aqueles filmes apocalípticos como O Exorcista, Resident Evil, Os Escolhidos etc. A trama até apela para o lado religioso, se assim você consegue compreender. O negócio é que ele funciona muito, mas muito bem!

A trama gira em torno dos grande amigos Seth Rogen e Jay Baruchel, que vão a uma super festa na casa do astro de Hollywood, James Franco. Lá, em meio a muita badalação, eles conhecem várias celebridades, tais como, Emma Watson e até a cantora Rihanna. De repente, não mais que de repente, ouve-se um barulho e tudo começa a tremer, pessoas são transportadas para um outro plano, muitas explosões e o caos total se estabelece. Todos em seguida vão para o lado de fora da mansão e visualizam literalmente “o mundo se acabando”.

Olha, acho que o grande acerto do filme foi justamente não se levar tão a sério, e Rogen, juntamente com Goldberg, conseguiram fazer isso muito bem. As atuações estão bem representativas, até porque não tinham tantos requisitos e as piadas, mesmo que já manjadas em outros filmes do gênero, funcionaram bem demais. A química entre o elenco era totalmente visível, o que fez com que as cenas ficassem ainda mais engraçadas. Os efeitos não eram lá essas coisas, mas super combinavam com a proposta do longa, além de frisar a intencionalidade do mesmo.

Gente, juro que não aguentei quando começou a tocar I Will Always Love You da falecida Whitney Houston no auge da trama (hehehehe), acho que fui o mais contagiado com a cena naquela hora (hehehehe), aquilo foi totalmente hilário. Outro ponto ágil da película foram os sustos, muito poucos, mas que funcionaram bem.

No mais, consigo destacar o grande sarro que tiraram de todas aquelas histórias apocalípticas quem contém na Bíblia e a “Big” aparição dos Backstreet Boys, afinal, ouvir Everybody (yeah!) foi totalmente emblemático (heheeh). Super recomendo!

Trailer:

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