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News: ‘Uma gravidez masculina’ é o tema da comédia gay Paternity Leave

31 ago

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Paternity Leave é uma nova comédia nonsense que certamente fará você dar boas risadas.

Dirigida por Matt Riddlehoover, famoso por suas produções voltadas para o público gay, a película aborda a história de um casal de namorados vividos por Charlie David e Jacob York, que precisam lidar com a gravidez inesperada de um deles -isso mesmo!- no maior estilo Júnior (1994), aquele mesmo que o Arnold Schwarzenegger ficava de barrigão…hehehe

Paternity Leave está rodando por vários festivais nos Estados Unidos e deve ser lançado em DVD no dia 25 de novembro. Esperamos que ele também apareça nos festivais aqui do Brasil. 😉

Confira o trailer!

Crítica: Magic Mike XXL (2015)

30 jul

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Um dos filmes mais esperados do ano chega finalmente aos cinemas. Estou falando de Magic Mike XXL, a continuação do popular longa-metragem protagonizado pelo astro Channing Tatum, no ano de 2012.

Com uma bilheteria em torno de US$ 167,2 milhões, o primeiro filme arrancou os suspiros de muitas mulheres ao redor do mundo e elevou Tatum a um status de “objeto sexual”. A partir daí, os strippers mais cobiçados do cinema criaram uma enorme expectativa em relação ao segundo longa. É claro, principalmente entre elas.

A verdade é que muitas mulheres ansiavam por esta estreia. Digo isso com propriedade, devido ao número de espectadores do público feminino nos Estados Unidos. De acordo com o site The Hollywood Reporter, nos primeiros dias após a estreia oficial, constatou-se que 96% do público era composto por mulheres. E também pude atestar isso na própria apresentação do longa para a imprensa aqui no Rio de Janeiro, onde consigo afirmar que a porcentagem de espectadoras era praticamente o mesmo.

Depois de um tempo afastado dos palcos e voltando seus esforços para seu próprio negócio, Mike (Channing Tatum), recebe uma ligação de Tarzan (Kevin Nash), seu velho amigo de Tampa, convocando-o para uma reunião com seus antigos companheiros, devido a um motivo especial. Mike atende o pedido e viaja até o encontro de todos. O que ele não sabia é que tudo aquilo serviria como pretexto para que o grupo de amigos voltasse a cobiçar um novo show, só que agora de despedida, na cidade de Myrtle Beach.

Com um roteiro preguiçoso e muito homem sem camisa, Magic Mike XXL parece ter sido feito com a única intenção de causar furor entre o público feminino. Na verdade, não posso negar que de fato essa era uma das propostas do longa desde o início, mas não poderia imaginar que se resumiria a apenas isso. Algumas cenas eram tão vazias, que mesmo com toda aquela apelação, eu quase caí no sono algumas vezes. Os diálogos eram pobres demais, se resumiam a flertes mal feitos e discussões evasivas. A impressão que dava era que o roteirista Reid Carolin não estava com muita inspiração e decidiu criar quase que uma cópia de “American Pie” (1999), no pior dos sentidos.

Tudo estava tão sem rumo, que até o casal Channing Tatum e Amber Heard Depp pareciam mais gelados que o iceberg do filme “Titanic” (1997). A química entre eles definitivamente não rolou e sequer tivemos uma chance de torcer pelos pombinhos. A verdade é que Tatum ficou totalmente apagado na trama, sendo engolido pela presença de Joe Manganiello durante toda película. Richie (Joe Manganiello) roubou a cena como galã, mesmo tendo servido como “step” devido a não presença de Matthew McConaughey na continuação. Para mim, essa segunda parte deveria se chamar “Magic Richie”, sem sombra de dúvidas.

A participação de veteranas como Andie MacDowell e Jada Pinkett Smith serviu apenas para preencher lacunas deixadas por um roteiro pouco criativo e algumas atuações bem isossas. Já o vencedor do Globo de Ouro, o ator Matt Bommer, mesmo tendo um destaque maior neste filme, não conseguiu se sobressair.

A trilha sonora da película não se destacou, mas serviu como estratégia para que a plateia não caísse no sono durante a exibição do filme. Repleto de músicas dançantes, Magic Mike XXL acabou se tornando repetitivo demais. Já a fotografia também não chegou a ser um ponto forte da obra, que optou por cenas mais escuras e muita luz de palco.

O fato é que o novo filme do diretor Gregory Jacobs (Estrada Maldita) não passou de uma distração para mulheres sedentas por corpos malhados e definidos. Visualmente, o filme cumpre o seu papel, mas não se engane achando que terá algo mais profundo, pois Magic Mike XXL será só mais uma distração um pouco apimentada.

Trailer:

*Crítica também postada no site Blah Cultural

Crítica: Carrossel – O Filme (2015)

27 jul

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Transmitida no Brasil entre o período de 20 de maio de 1991 a 21 de abril do ano seguinte pelo SBT, a telenovela mexicana Carrossel conquistou uma geração de crianças e adolescentes que cresceram assistindo as aventuras da turma da doce Professora Helena.

Com Carrossel, muitos dos jovens e adultos de hoje aprenderam a adquirir um pouco de paciência com o Cirilo, que a maldade não compensa com a Maria Joaquina, e que travessuras, como as do Paulo, as vezes possuem certos limites.

A novelinha infantil fez tanto sucesso, que chegou a ganhar outras continuações como Carrossel das Américas (1992), Viva às Crianças! – Carrossel 2 (2002 – 2003) e por fim uma versão com atores brasileiros no ano de 2012, totalmente produzida pelo canal de Silvio Santos.

Com essa versão tupiniquim, o sucesso que já era previsto, acabou se confirmando e o folhetim alcançou uma audiência bastante satisfatória para o SBT, assim como um grande faturamento com produtos licenciados e uma nova legião de fãs mirins completamente apaixonados. O estrondo foi tão grande, que não demorou muito para realizarem uma adaptação cinematográfica da trama infantil.

Sem a presença da Professora Helena, o filme contou com todo o elenco infantil da versão brasileira como Maísa Silva, Jean Paulo Campos, Larissa Manoela, entre outros. Na trama, os alunos da Escola Mundial viajam para o acampamento de férias Panapaná, que pertence ao avô de Alícia (Fernanda Concon). Em meio a grandes aventuras, os pequenos precisam juntar todas as suas forças para que o sítio não seja vendido para o vilão González (Paulo Miklos) e seu fiel escudeiro Gonzalito (Oscar Filho), que pretendem transformar o lugar em uma fábrica poluente.

O roteiro de Márcio Alemão, Mirna Nogueira e Erez Migron é totalmente simples e sem maiores surpresas, assim como toda e qualquer novela mexicana, mas considerando que se trata de um longa infantil, voltado essencialmente para crianças, achei a proposta bem condizente. As mensagens de “amizade” e “consciência ambiental” embutidas dentro da trama, fazem todo o sentido com a realidade de hoje em dia, onde as crianças parecem estar mais individualistas e apegadas ao mundo digital do que nunca.

Já a direção de Alexandre Boury (Um Anjo Trapalhão) e Maurício Eça (Apneia), também não chega a decepcionar a ponto de transformar o filme em algo ruim. Na verdade, ambos até conseguiram trazer para a película toda a atmosfera adquirida ao longo da novela. Só sinto que talvez eles tenham tido um pouco de trabalho para aquietar toda a euforia daquele elenco estreante no cinema. Eu achei que poderiam ter entrado um pouco mais dentro daquele universo travesso de uma colônia de férias, e que faltou um pouco mais de drama em algumas cenas. Todavia, tirando isso, algumas câmeras tremidas e certos efeitos amadores, o resto ficou tudo dentro do esperado.

É engraçado como algumas crianças evoluíram com o tempo, assim como Fernanda Cocon, Thomaz Costa, Lucas Santos e Nicholas Torres. Todos esses amadureceram, tanto fisicamente, como profissionalmente. Se tornaram mais seguros em cena e dominaram seus personagens. Já outros, como Larissa Manoela, João Paulo Campos e Maísa Silva continuam estagnados no tempo e ainda soam inexperientes demais.

Agora sobre o elenco adulto, tenho que dizer para o Paulo Miklos nunca desistir da carreira de cantor, pois atuando ele definitivamente não é um primor. O vocalista da banda Titãs soa forçado e caricato demais em todas as suas cenas, um horror! Já Oscar Filho, digo que até me surpreendeu no bom sentido. O ex-CQC estava bem caricato, mas acertou do começo ao fim. Penso que esta boa atuação se deve ao trabalho em conjunto de Eça e Boury.

Concluindo, Carrossel – O Filme definitivamente não se compara a uma produção Disney, mas consegue extrair os melhores elementos da TV para as telonas. Acredito que seja uma boa opção para a criançada nessas férias de julho.

Trailer:

*Crítica também postada no site Blah Cultural

Crítica: Meu Passado Me Condena 2 (2015)

3 jul

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Chegou a vez de falarmos sobre Meu Passado Me Condena 2, longa protagonizado pelo caricato Fábio Porchat e a principiante Miá Mello. Para quem ainda não sabe, a película é uma adaptação da série de mesmo nome produzida pelo canal Multishow, e que teve seu primeiro filme lançado no final do ano de 2013.

Após terem se acertado em meio a uma lua de mel bastante conturbada, Fábio (Fábio Porchat) e Miá (Miá Mello) se veem em meio a outro dilema: a rotina de um casamento. Com o tempo, cada um começa a descobrir o lado mais obscuro de seu parceiro. De um lado, Fábio com toda a irresponsabilidade de um homem adulto e do outro, Miá como uma mulher totalmente controladora. A gota d’água do relacionamento se dá quando ele esquece o aniversário do terceiro ano de casamento, o que faz com que Miá decida terminar a relação de uma vez por todas. Entretanto, antes do veredito final, os dois resolvem viajar juntos para Portugal, com a intenção de acompanhar o velório da avó de Fábio, que vem a falecer repentinamente.

Parece até alguma piada quando lemos que o roteiro de Meu Passado Me Condena 2 foi escrito por três pessoas (Tati Bernardi, Leandro Muniz e Patricia Corso). Na verdade, chega a ser vergonhoso. Uma história totalmente fraca, sem conteúdo ou algum núcleo realmente pertinente. Parece que ficaram com preguiça de escrever algo que realmente prestasse e resolveram recauchutar todo o elenco do filme anterior, adicionando apenas algumas locações do belíssimo interior de Portugal.

Tudo se tornou um tanto quanto cansativo demais. A direção de Julia Rezende pecou na trivialidade em excesso, com cenas e enquadramentos totalmente previsíveis. Se a trama central já não ajudava muito, as piadas e o quesito “comédia” também não funcionaram como deveriam. A pequena tentativa da inserção de uma perspectiva machista dentro da trama, não passou de qualquer tipo de adorno que colocamos em nossa casa para enfeitá-la para o Natal. Sem um real aprofundamento, a película acabou ficando superficial demais.

Sobre as atuações eu irei bater na mesma tecla, Fábio Porchat como sempre um ator de um personagem só e Miá Mello ainda brincando de ser atriz. É impressionante como essa menina é ruim. Ela de fato não é atriz e nem humorista. É um daqueles casos para preenchimento de um teste vocacional para encontrar um caminho na vida.

Tirando o foco dos protagonistas, o restante do elenco fez o mesmo trabalhinho de “corte e cola”. Marcello Valle como o desnecessário Wilson e Inez Viana, um pouco mais expressiva, interpretando a charlatã Suzana. Desta vez tivemos as aparições pouco notáveis do português Ricardo Pereira e do veterano ator brasileiro Antônio Pedro. Todos atuando sem muito destaque.

Meu Passado Me Condena 2 surge como uma continuação completamente inútil, sem envolvimento e atuações do tipo “água de salsicha”. Talvez sirva de aprendizado para as futuras comédias brasileiras. Tomara!

Trailer:

Crítica: Para o Que Der e Vier (2015)

25 abr

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Hoje irei falar sobre a comédia dramática Para o Que Der e Vier (Are You Here). Este longa dirigido por Matthew Weiner, conhecido por seu trabalho na série americana Mad Men, estreou no ano de 2013 no Festival Internacional de Cinema de Toronto sob críticas não muito animadoras.

A película é estrelada por astros já conhecidos do grande público como Owen Wilson (Meia-Noite em Paris) e Zach Galifianakis (Se Beber, Não Case). Os dois interpretam os amigos Steve Dallas e Ben Baker, respectivamente. Steve é um cara de meia idade, que trabalha como homem do tempo de um jornalístico televisivo, já Ben possui uma vida pacata e alternativa como um escritor não muito bem sucedido. Ambos sofrem com a falta de dinheiro e as grandes responsabilidades da maturidade. Tudo começa a mudar após o falecimento do pai de Baker, que ao morrer deixa grande parte de sua herança para o filho, assim como milhões de dólares e a casa de campo onde Ben havia sido criado e passado bons momentos ao lado de Steve. O problema se instala quando o afortunado se vê forçado a lidar com a sua irmã mais velha e a esposa de seu pai, que praticamente não ficaram com nada. A partir daí toda trama se desenvolve em meio a problemas da vida cotidiana familiar.

Como falei lá no início, se trata de uma comédia dramática, porém não tão bem realizada. Se a mensagem de “o dinheiro não traz felicidade” parece boa, todo o resto não funcionou como deveria. Acredito que faltou sobretudo na interpretação de Wilson e principalmente na de Galifianakis, que parece só ter conseguido carregar a veia cômica ao longo de toda sua trajetória profissional. O personagem Ben me remeteu a todos os outros que o ator interpretou em longas como Se Beber, Não Case (2009) e Um Parto de Viagem (2010). Sobre Owen Wilson já nem posso falar muito, pois como tradicionalmente não espero grandes coisas vindo dele, não criei expectativas e assim não me decepcionei com absolutamente nada. Se nem Woody Allen conseguiu dar jeito, é porque a coisa é bem difícil.

Falando sobre as moças da película temos Amy Poehler (Meninas Malvadas), que interpreta a irmã mais velha de Zach e a novata e sósia da Mel Lisboa (rsrs), a atriz Naomi Lavette. Amy também possui uma veia cômica bem à mostra, porém acredito que ela consiga ir além disso. Digo que gostei dela neste longa, mesmo que o seu papel tenha tido pouco destaque. Já Naomi também não conseguiu atingir a nota máxima e pareceu morna demais durante a trama, um pouco sem expressão digo até.

O diretor Matthew Weiner bem que tentou fazer com que seu longa tomasse um caminho mais denso, porém a comédia falou um pouco mais alto. Até as piadas não foram tão engraçadas, mas creio que isso tenha sido devido a proposta da película ser outra. Senti também que a química entre os atores, principalmente entre Lavette e Wilson não tenha funcionado bem. O texto não é primoroso, em algumas partes se torna confuso e faz com que o longa vire uma coisa cansativa e maçante demais para quem está assistindo.

No resto até consigo destacar a trilha e a fotografia, que em algumas cenas como a da parte da casa de campo, conseguiu trazer uma leveza e a simplicidade de uma vida bucólica. Para o Que Der e Vier não cumpre sua proposta, mas consegue ser algo assistível.

Trailer:

News: Confira o primeiro trailer de Divã a 2

31 mar

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Não, não se trata de uma continuação de Divã (2009), longa estrelado pela atriz Lília Cabral. É uma comédia, porém Divã a 2 é um outro filme que conta com as participações de Vanessa Giácomo e Rafael Infante como protagonistas.

Divã a 2 aborda a história de Eduarda (Giácomo) e Marcos (Infante), um casal que recorre à psicologia para poder se acertar novamente após 10 anos juntos.

A película possui direção de Paulo Fontenelle e ainda traz George Sauma (Tim Maia) e Fernanda Paes Leme (Cilada.com) em seu elenco. Ele estreia dia 14 de maio de 2015.

Trailer:

News: Melissa McCarthy é a A Espiã que Sabia de Menos, confira o trailer!

17 mar

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A nova comédia A Espiã que Sabia de Menos estrelada pelos adoráveis Jason Statham, Jude LawMelissa McCarthy acaba de ganhar um novo trailer.

McCarthy interpreta Susan Cooper, uma mulher que tediosamente trabalha como analista de base na CIA, sem nunca ter sido reconhecida pelas perigosas missões que realizou como espiã anos antes pela agência de inteligência. Entretanto, ela volta à ativa quando descobre um plano de um poderoso traficante de drogas que pode trazer resultados desastrosos para todo o planeta.”

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Com direção de Paul Feig (Missão Madrinha de Casamento), o longa irá estrear no Brasil no dia 21 de maio.

Trailer:

Sinopse por AdoroCinema

News: Confira como será a trama de Vai que Cola – O Filme

2 mar

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Foi divulgada hoje a sinopse de Vai que Cola – O Filme, junto com a primeira imagem de Paulo Gustavo vestido como o muquirana Valdomiro.

“Valdomiro (Paulo Gustavo) perde todo o seu dinheiro após ser vítima de uma falcatrua na empresa da qual era sócio. Para fugir da polícia, o malandro se muda para a pensão de Dona Jô (Catarina Abdalla), no Méier, Zona Norte do Rio de Janeiro, onde passa a entregar quentinhas.

Quando um ex-sócio o procura com um plano para recuperar sua cobertura de frente para o mar no Leblon – valorizado bairro da Zona Sul do Rio -, Valdo vê a oportunidade de retornar à antiga vida de luxo. Mas, quando a pensão é interditada pela Defesa Civil, ele se vê obrigado a carregar toda a turma do subúrbio – além de Dona Jô, Jéssica (Samantha Schmutz), Máicol (Emiliano D’Avila), Ferdinando (Marcus Majella), Seu Wilson (Fernando Caruso), Velna (Fiorella Mattheis) e Terezinha (Cacau Protássio) – com ele.

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 Vai que Cola é uma série do canal fechado Multishow, sendo uma das maiores audiências de lá. O longa que tem previsão de estreia no segundo semestre de 2015 e ainda terá a presença de Oscar Magrini como o síndico do prédio no Leblon, Werner Schünemman interpretando um um “laranja” e Márcio Kieling fazendo o ex-sócio do personagem de Paulo Gustavo.

Sinopse por AdoroCinema

News: Reese Witherspoon e Sofia Vergara estão no trailer de Belas e Perseguidas

19 fev

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Saiu o trailer de Belas e Perseguidas, uma comédia que conta com as belas Reese Witherspoon e Sofia Vergara no elenco.

Na película, Witherspoon é uma policial que precisa proteger uma testemunha (Vergara) de um caso muito importante.

Belas e Perseguidas estreia dia 9 de julho do Brasil.

Trailer:

News: Confira o trailer de Ted 2!

1 fev

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Acabou de sair o trailer de Ted 2 e parece que o ursinho está de volta mais animado do que nunca.

No novo filme, Ted irá se casar e também pensará em ter filhos. Isso mesmo, filhos! Só que para isso ele precisará de uma ajudinha do seu amigão John (Mark Wahlberg) para um inseminação artificial. Em contraponto, o bichinho de pelúcia politicamente incorreto precisará também provar nos tribunais que é uma pessoa.

Ted 2 conta com Amanda SeyfriedMorgan Freeman e Liam Neeson em seu elenco. A direção e produção do longa fica a cargo de Seth MacFarlane. Ele estreia dia 27 de agosto no Brasil.

Trailer:

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