Arquivo | dezembro, 2015

Crítica: Canibais (2013)

28 dez

 

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Canibais faz parte de mais um daqueles casos de filmes completamente abandonados por suas distribuidoras. Só para você ter uma ideia, ele foi lançado ainda em 2013 em alguns festivais de cinema pelo mundo, inclusive aqui no Brasil, onde teve sua exibição fechada no Festival do Rio. Todavia, sua popularidade cresceu tanto, que a Paris Filmes resolveu agendar uma estreia a nível nacional, só que não.

The Green Inferno, título original, caiu no limbo do esquecimento e nunca mais ouviu-se falar sobre uma data de estreia do longa no Brasil. Primeiramente ela seria para setembro de 2014, depois passaram para setembro do ano seguinte e ao que parece a Paris Filmes desistiu mesmo do longa por aqui. Um caso recente e parecido aconteceu com Krampus: O Terror do Natal, que estreou no início de dezembro nos EUA, rendendo até uma boa bilheteria por lá, porém sua estreia que estava marcada para o dia 10 do mesmo mês aqui no Brasil, foi alterada sem previsão pela Universal Pictures Brasil. E tudo isso foi feito em cima da hora e sem qualquer consideração com os fãs (tá vacilando, hein Universal!). Toda essa falta de interesse só prejudicou os fãs dos filmes de terror, que ansiavam pela estreia de Canibais nos cinemas.

Falando um pouco sobre o filme, ele é dirigido por Eli Roth, o nome por trás do sucesso O Albergue (2005). Desde The Hostel, Eli não havia mais conseguido um grande sucesso e as continuações da franquia de terror já não geravam tanto impacto. Canibais veio para tirar todo esse atraso e posso dizer que o longa é de fato muito bem pensado e produzido.

Considerado uma reimaginação do clássico Cannibal Holocaust (1979), The Green Inferno traz uma excelente reflexão sobre direitos humanos e sua relação com o certo ou errado. Na trama, um grupo de estudantes ativistas viajam de Nova York até a Amazônia Peruana com a missão de salvar uma tribo ameaçada por empresas, que desejam tomar o lugar onde vivem. No entanto, o avião deles acaba sofrendo um grave acidente e cai em meio à mata selvagem. Os sobreviventes então são descobertos pela tribo que estavam tentando salvar. O que eles não podiam contar é que acabariam se tornando o jantar de seus ex-protegidos.

Tenho que concordar que a trama de Roth e Guillermo Amoedo foi de fato muito bem construída do início até o final. Já no começo do filme vemos jovens inseridos dentro de um hostil mundo acadêmico, um lugar ideal para entender um pouco mais da identidade de cada personagem. Justine (Lorenza Izzo) aparece como uma jovem curiosa e indignada com certas práticas realizadas pelo mundo. Após se encantar pelo líder ambientalista Alejandro (Ariel Levy), decide tentar entender um pouco mais sobre os movimentos sociais em seu campo estudantil e aceita um convite para uma reunião. A partir desse momento já identificamos elementos como um romance juvenil, inveja, ciúmes, bullying social, entre outros. Até me lembrou um pouco a série televisiva Glee, só que sem a cantoria, é claro.

Após um início devidamente estabelecido, a trama vai caminhando para um clima um pouco mais realista, seguindo o estilo de outros trabalhos de Eli Roth. O suspense vai aumentando e atrelado à excelente trilha sonora, se intensifica cada vez mais. Aos poucos a personalidade de cada personagem começa a aflorar e vemos uma situação de cada um por si. Os jovens atores escolhidos para o papel fazem um ótimo trabalho e conseguem ultrapassar a barreira do clichê de filmes do gênero, apesar de termos personagens bem característicos ali. No entanto todo conseguiram ser bem realistas de uma forma geral.

Já a grande sacada do filme fica mesmo por conta de sua excelente fotografia e caracterização. A Mata Atlântica chega a saltar os olhos durante algumas cenas aéreas e as pinturas e adereços dos corpos dos nativos eram tão bem feitos, que pareciam ser de fato reais. Os efeitos especiais também não ficaram para trás e por conta disso tivemos algumas cenas bem macabras e sanguinárias, daquelas de fechar os olhinhos (hehehe).

Canibais também passa por uma discussão que inclui assuntos como interesses políticos e consciência humanitária. Temas como desmatamento, corrupção, além de práticas polêmicas como a mutilação genital feminina são alguns dos assuntos abordados. E o interessante é ver que Roth em momento algum toma partido de qualquer assunto apresentado, isso ele deixa unicamente para o expectador. Esse vale uma boa espiada com toda a certeza!

Trailer:

 

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Crítica: Pânico Virtual (2011)

26 dez

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Nada melhor do que passar o dia de Natal fazendo o que realmente a gente gosta, não é? Pensando nisso eu resolvi assistir a alguns filmezinhos de terror. Na verdade, de ontem pra hoje fiz quase que uma maratona mesmo. Estava atrasado com alguns títulos e resolvi pôr em dia. No entanto, no meio disso tudo, descobri um que realmente se mostrou bem interessante e resolvi compartilhar aqui com vocês.

O filme se chama Pânico Virtual (Panic Button), ele foi lançado no ano de 2011. É um longa britânico que chegou até a receber algumas boas críticas na época. No entanto, nunca chegou aos meus ouvidos, ou se chegou, devo ter confundido ele com outros filmes do gênero que tiveram essa mesma tradução para o português. Enfim.

Na história quatro jovens ganham a viagem de suas vidas para Nova York, que recebem de cortesia do site de sua rede social favorita, a “All2gethr.com”. Todos a bordo do jato particular são totalmente desconhecidos um para o outro. No entanto, para poderem fazer parte da coisa, eles são convidados a abrir mão de seus telefones celulares e participarem de um voo de entretenimento, envolvendo uma nova experiência de jogo online. O que eles não sabem é que este não se trata de um jogo comum, e presos a 30 mil pés de altitude, todos são obrigados a participar de uma “brincadeira” que poderá terminar definitivamente com suas vidas.

A trama do diretor e roteirista Chris Crow (Devil’s Bridge) é de fato bem interessante, pois traz à tona toda essa necessidade de “vida pública” e tudo o que uma rede social é capaz de fazer na mente de seu usuário.  Para falar a verdade, nem o título original ou o brasileiro dão conta da dimensão dessa sinopse. Com toda a certeza poderiam ter escolhido um nome muito mais atraente para a película.

Apesar de um início talvez pouco animador (aguente firme e não desista antes!), a trama consegue seu ponto chave quando os 4 personagens da história são enclausurados dentro de um avião com pouquíssimo espaço. A partir dali tudo começa a ganhar vida e o atores surgem como o centro das atenções. Apesar de não ter explorado tanto a vida de cada personagem, Crow soube colocar de maneira precisa tudo o que necessitávamos saber para entender as características de cada um. A ideia do jogo foi ainda mais interessante, pois a partir das respostas, compreendíamos um pouco mais da personalidade de todos os envolvidos.

Como foi lançado em 2011, Pânico Virtual chegou em meio ao crescimento exacerbado do Facebook, rede que provavelmente foi a inspiração para o roteiro. A relação da trama com o mundo de hoje, principalmente aqui no Brasil, onde todo mundo parece estar conectado o tempo inteiro em suas timelines virtuais, é quase que direta. Passamos por temas como bullying, necessidade de reconhecimento, baixa estima, voyeurismo e muitos outros. E tudo isso muito bem acentuado através de um clima de suspense que ia crescendo a cada vez que um personagem tomava a cena a partir de um surto brutal.

Qualquer semelhança com filmes como Jogos Mortais (2004), Breathing Room (2008) e outros do gênero não é mera coincidência. Muita coisa do universo desses longas foram essenciais para a construção do roteiro de Panic Button. Todavia, a violência no filme de Chris Crow, digo as cenas pesadas de mortes envolvendo sangue e outros artifícios não aparecem com tanta evidência. O ponto chave do filme é certamente essa linha tênue entre a realidade e a ficção, além da carga dramática de cada personagem.

Por falar nas interpretações, todos os atores envolvidos mostraram a que veio e abrilhantaram ainda mais a película. Destaque para Michael Jibson (Dave), Scarlett Alice Johnson (Jo) e Jack Gordon (Max). A cada cena que surgia eles aparentavam total controle sobre seus personagens e não titubeavam quando era pedido um pouco mais de cada um. De fato os atores britânicos geralmente rendem muito mais do que os americanos, principalmente em filmes de pouca mídia.

Pânico Virtual de fato me surpreendeu e conseguiu ainda por cima um final nada clichê, apesar de não ter sido assim tão impensável depois que você acompanhou toda a trama. É um filme um pouco antigo, mas com certeza vale uma conferida.

Trailer:

Crítica: A Incrível História de Adaline (2015)

21 dez

Poster A incrível história de Adaline

Essa é uma daquelas histórias onde você se pergunta: “Por que eu não fiz isso antes?”. É a sensação que estou tendo agora depois de assistir A Incrível História de Adaline. Você que já viu o longa pode estar se perguntando o motivo já que o filme não é nada de extraordinário, como de fato não é.  Todavia, ele me pegou em certo momento da vida onde parei para refletir muito sobre minhas convicções e atuais expectativas sobre tudo.

O fato é que A Incrível História de Adaline seria um drama-romance como qualquer outro se não fosse o bom empenho de seus roteiristas. A trama cria uma certa relação com o Curioso Caso de Benjamin Buntton (2008), onde o personagem de Brad Pitt rejuvenescia a cada ano. No tanto, no filme do diretor Lee Toland Krieger, a personagem principal recebe uma capacidade de permanecer jovem para sempre, ou seja, seu corpo para de envelhecer aos 29 anos.

Adaline Bowman (Blake Lively) nascera na virada do século XX. Sua vida caminhava normalmente até a mesma sofrer um grave acidente de carro que a modificaria para sempre. Devido a consequências de seu acidente, seu corpo para de envelhecer, tornando-a um ser imortal com uma aparência de 29 anos. Adaline passa a viver uma existência solitária, sem criar laços ou vínculos com ninguém, com o intuito de não ter seu segredo revelado. Mas como não podemos prever nosso futuro, ela conhece o jovem Ellis Jones (Michiel Huisman), um belo e romântico homem que a faz repensar toda sua trajetória de vida.

A película começa a partir de uma narrativa bem breve sobre a vida de Adaline, passando por sua infância até o trágico acidente que a faz virar uma espécie de mutante. Todo esse início, apesar de trágico, fica envolto por uma atmosfera de conto de fadas, onde por um milagre a protagonista recebe um tipo de “dom-maldição” que a faz abdicar de muitas coisas, inclusive o amor de sua vida. Adaline então precisa se esconder de todos e, para isso, começa a falsificar seus próprios documentos para se esconder principalmente do governo americano.

Dentro dessas idas e vindas, com direito a um clima de suspense e ação, a bela conhece o jovem Ellis Jones (Michiel Huisman), um filantropo que se apaixona perdidamente por ela. É a partir daí que o rumo da trama muda completamente e nos damos de cara com mais uma daquelas histórias açucaradas nível Nicolas Sparks. O romance realmente funciona, principalmente por causa da química entre Lively e Huisman. Todo o clima de romance começa a caminhar lado a lado com o drama existencial vivido pela moça.

Já a direção de Krieger se torna eficaz quando mesmo que de maneira previsível, ele coloca Harrison Ford para interpretar um personagem crucial para o ápice da trama. É nesse momento que iniciamos um processo de descrença em um possível final feliz para Adaline. Além dos já citados, a aparição da atriz Ellen Burstyn, que interpreta a mãe já idosa da protagonista, é outro ponto forte da obra, que só faz agregar com sua bela interpretação.

A Incrível História de Adaline possui ainda uma excelente fotografia, que faz uma viagem no tempo contrapondo paisagens mais bucólicas com a efervescência da cidade grande. No entanto, o que de fato me conquistou nesse filme foi a forma como ele me fez repensar a vida real. Desde pequeno nós somos obrigados contemplar o final da princesinha do conto de fadas, porém ao longo da vida, com a chegada dos desgostos e desamores em nosso caminho, a gente começa a desacreditar que é realmente possível ser feliz, ou se realmente podemos ou merecemos isso. No entanto, A Incrível História de Adaline me fez ver que estamos muito mais condicionados a pensarmos negativo, do que de fato acreditar ou correr atrás de nossa própria felicidade. Afinal de contas, a vida é só uma e precisamos aproveitá-la da melhor forma possível. E nem sempre fugir é a melhor solução. Está na hora de voltarmos a enxergar graça no final feliz, pois sim, ele existe! E certamente é muito mais belo do que a Disney nos fez acreditar.

Trailer:

News: Assista ao trailer destruidor de X-Men: Apocalypse

11 dez

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Sem rodeios, o primeiro trailer de X-Men: Apocalypse já chega mostrando a que veio. Cheio de efeitos especiais, apontando a presença de heróis como Tempestade (Alexandra Shipp), Norturno (Kodi Smit-McPhee), Jubileu (Lana Condor), entre outros, a produção promete ser uma das maiores estreias do ano que vem.

No vídeo temos a iminência de uma grande batalha: de um lado vemos o vilão Apocalipse e seus cavaleiros, juntamente com Magneto (Michael Fassbender); e do outro os X-Mens liderados por Mística (Jennifer Lawrence) e Xavier (James McAvoy).

Apesar de todo aquele bafafá sobre o visual de Apocalipse não ser fiel aos quadrinhos, parece que sua pompa de poderoso no filme não fica pra trás não. Ficou curioso? Dá só uma olhada!

X-Men: Apocalypse estreia dia 19 de maio de 2016.

Trailer:

News: Novo filme sobre Godzilla ganha seu primeiro teaser promocional

11 dez

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Um novo filme sobre Godzilla já pode ser visto no ano que vem no Japão, pois Godzilla: Resurgence, o 29º filme da franquia, está chegando por aí!

A película está sendo produzida pelo estúdio Toho e a direção do projeto está nas mãos de Hideaki Anno e Shinji Higuchi (Attack on Titan). E segundo eles, é a versão “mais assustadora” de todos os tempos.

Godzilla: Resurgence estreia em julho do ano que vem e já até ganhou um teaser (abaixo). Já a segunda parte da versão norte-americana só estará nos cinemas em 2018.

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Confira o vídeo:

News: Wagner Moura, Lady Gaga e o drama Carol estão entre os indicados ao Globo de Ouro 2016

10 dez

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Saiu a lista dos indicados ao Globo de Ouro 2016, que pra quem não sabe, ela é a maior influenciadora do Oscar. A premiação está marcada para acontecer dia 10 de janeiro do ano que vem.

Dentre os indicados no campo do cinema temos Mad Max: Estrada da Fúria (2015) e o drama Carol (ainda inédito por aqui), que aborda o amor entre duas mulheres na década de 50.

Já na área da TV o brasileiro Wagner Moura concorre por Narcos e Lady Gaga aparece na categoria de melhor atriz por American Horror Story: Hotel.

Confira a listagem:

— Cinema
Melhor filme de drama
“Carol”
“Mad Max: Estrada da fúria”
“O regresso”
“O quarto de Jack”
“Spotlight”

Melhor filme de comédia ou musical
“A grande aposta”
“Joy: O nome do sucesso”
“Perdido em Marte”
“A espiã que sabia de menos”
“Descompensada”

Melhor diretor
Todd Haynes (“Carol”)
Alejandro Iñarritu (“O regresso”)
Tom McCarthy (“Spotlight”)
George Miller (“Mad Max: A estrada da fúria”)
Ridley Scott (“Perdido em Marte”)

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Cate Blanchett e Rooney Mara em uma cena de ‘Carol’ (estreia 14 de janeiro de 2016 no Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Melhor ator de drama
Bryan Cranston (“Trumbo”)
Leonardo DiCaprio (“O regresso”)
Michael Fassbender (“Steve Jobs”)
Eddie Redmayne (“A garota dinamarquesa”)
Will Smith (“Concussion”)

Melhor ator de comédia ou musical
Christian Bale (“A grande aposta”)
Steve Carell (“A grande aposta”)
Matt Damon (“Perdido em marte”)
Al Pacino (“Não olhe para trás”)
Mark Ruffalo (“Sentimentos que curam”)

Melhor atriz de drama
CateBlanchett(“Carol”)
Brie Larson (“O quarto de Jacki”)
Rooney Mara (“Carol”)
Saoirse Ronan (“Brooklyn”)
Alicia Vikander (“A garota dinamarquesa”)

Melhor atriz de comédia ou musical
Jennifer Lawrence (“Joy: O nome do sucesso”)
Melissa McCarthy (“A espiã que sabia de menos”)
Amy Schumer (“Descompensada”)
Maggie Smith (“A senhora da van”)
Lily Tomlin (“Grandma”)

Melhor ator coadjuvante
Paul Dano (“Love & Mercy”)
Idris Elba (“Beasts of no nation”)
Mark Rylance (“Ponte dos espiões”)
Michael Shannon (“99 Homes”)
Sylverster Stallone (“Creed”)

Melhor atriz coadjuvante
Jane Fonda (“Youth”)
Jennifer Jason Leigh (“Os 8 odiados”)
Helen Mirren (“Trumbo”)
Alicia Vikander (“Ex machina: Instinto artificial”)
Kate Winslet (“Steve Jobs”)

Melhor roteiro
“O quarto de Jack”
“Spotlight”
“A grande aposta”
“Steve Jobs”
“Os 8 odiados”

Melhor animação
“Anomalisa”
“O bom dinossauro”
“Divertida mente”
“Snoopy e Charlie Brown – Peanuts, o filme”
“Shaun, o carneiro”

Melhor filme estrangeiro
“The brand new testament”
“The club”
“The fencer”
“Mustang”
“Son of Saul”

Melhor trilha sonora
Carter Burwell (“Carol”)
Alexandre Desplat (“A garota dinamarquesa”)
Ennio Morricone (“Os 8 odiados”)
Daniel Pemberton (“Steve Jobs”)
“Ryuichi Sakamoto e Alva Noto (“The revenant”)

Melhor canção
“Love me like you do” (“Cinquenta tons de cinza”)
“One kind of love” (“Love & Mercy”)
“See you again” (“Velozes e Furiosos 7”)
“Simple song #3” (“Youth”)
“Writing on the wall” (“007 contra Spectre”

Pablo Escobar e sua versão interpretada por Wagner Moura na série ‘Narcos’ (Foto: Divulgação)

— TV
Melhor série de drama
“Empire”
“Game of thrones”
“Mr. robot”
“Narcos”
“Outlander”

Melhor série de comédia ou musical
“Mozart in the jungle”
“Orange is the new black”
“Silicon Valley”
“Transparent”
“Veep”

Melhor minissérie ou filme para TV
“American crime”
“American horror story: Hotel”
“Fargo”
“Flesh & Bone”
“Wolf hall”

Melhor ator em série dramática
Wagner Moura (“Narcos”)
Jon Hamm (“Mad men””
Rami Malek (“Mr. robot”)
Bob Odenkirk (“Better call Saul”)
Liev Schreiber (“Ray Donovan”)

Melhor ator em série de comédia ou musical
Aziz Ansari (“Master of none”)
Gael García Bernal (“Mozart in the jungle”)
Rob Lowe (“The grinder”)
Patrick Stewart (“Blunt talk”)
Jeffrey Tambor (“Transparent”)

Melhor atriz em série dramática
Caitriona Balfe (“Outlander”)
Viola Davis (“How to get away with muder”)
Eva Green (“Penny Dreadful”)
Taraji P. Henson (“Empire”)
Robin Wright (“House of cards”)

Melhor atriz em série de comédia ou musical
Rachel Bloom (“Crazy ex-girlfriend”)
Jamie Lee Curtis (“Scream queens”)
Julia Louis-Dreyfus (“Veep”)
Gina Rodriguez (“Jane the virgin”)
Lily Tomlin (“Grande and Frankie”)

Melhor ator minissérie ou filme para a TV
Idris Elba (“Luther”)
Oscar Isaac (“Show me a hero”)
David Oyelowo (“Nightingale”)
Mark Rylance (“Wolf hall”)
Patrick Wilson (“Fargo”)

Melhor atriz em minissérie ou filme para a TV
Kirsten Dunst (“Fargo”)
Lady Gaga (“American horror story: Hotel”)
Sarah Hay (“Flesh & Bone”)
Felicity Huffman (“American crime”)
Queen Latifah (“Bessie”)

Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou filme para a TV
Alan Cumming (“The good wife”)
Damian Lewis (“Wolf hall”)
Ben Mendelsohn (“Bloodline”)
Tobias Menzies (“Outlander”)
Christian Slater (“Mr. robot”)

Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou filme para a TV
Uzo Aduba (“Orange is the new black”)
Joanne Froggatt (“Downton Abbey”)
Regina King (“American crime”)
Maura Tierney (“The affair”)
Judith Light (“Transparent”)

 

News: As vilãs de O Chamado e O Grito se encontram em um novo filme

10 dez

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Se você pensa que os únicos grandes vilões a se enfrentarem no cinema são Freddy vs. Jason e Frankenstein vs. A Múmia, está enganado!

Desta vez a coisa pode ficar muito pior ou mais interessante (hehehe), pois Samara e a mulher de O Grito irão ficar frente a frente em um novo longa-metragem.

Sadako versus Kayako já é uma realidade. Para quem não sabe, Sadako e Kayako são os nomes originais das vilãs nos filmes em japonês. Tudo começou a partir de um boato do Dia da Mentira, mas os produtores gostaram tanto da ideia, que acabaram produzindo mesmo o longa, que deve estrear em junho do ano que vem.

A empresa Kadokawa e a NBCUniversal japonesa estão a frente do projeto. No momento não temos datas de estreia para o ocidente, ou se teremos algum rekame norte-americano, mas o original já ganhou um teaser trailer (confira abaixo). E vale lembrar também que Chamados, a continuação estaduniense da franquia de Samara, estreia dia 7 de abril de 2016.

Trailer:

News: O Bebê de Bridget Jones ganha data de estreia!

10 dez

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Depois da reviravolta no calendário das estreias da Universal Pictures em 2016 no Brasil, a produtora enfim decidiu a data de lançamento de O Bebê de Bridget Jones por aqui.

O terceiro longa da franquia estrelada por Renée Zellweger só irá debutar em terrar brasileiras no dia 22 de setembro de 2016, uma semana após estrear nos Estados Unidos. Já no Reino Unido o longa será exibido em abril.

Além de Zellweger atuando como Bridget, o filme contará com as presenças de Colin Firth (Mark Darcy), o ex-Grey’s Anatomy, Patrick Dempsey e o cantor Ed Sheeran. Já a direção está por conta de Sharon Maguire, que comandou o primeiro filme.

News: Krampus – O Terror do Natal estreia amanhã no Brasil, confira o trailer!

9 dez

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Ah, o Natal! Uma época festiva, cheia de alegria, união e muita comida. Praticamente todo mundo gosta do Natal, não? Pois é, é melhor gostarem mesmo, pois senão Krampus irá atrás de você!

A nova aposta do terror para este fim de ano atende por esse nome, Krampus: O Terror do Natal. O longa já estreou nos EUA e anda fazendo um barulho no quesito bilheteria por lá, apenas perdendo para Jogos Vorazes.

Na trama, uma família se reúne para comemorar o Natal, porém no meio do processo, eles acabam brigando e desiludindo o pobre jovem Max (Emjay Anthony), que começa a desacreditar na magia da data. O problema é que tudo isso desperta a ira de Krampus, que decide ir atrás de todos para fazer com que paguem por seus pecados natalinos.

Krampus: O Terror do Natal estreia amanhã, dia 10 de dezembro no Brasil. Em seu elenco temos nomes como Adam Scott, Toni Collette, David Koechner, Allison Tolman, Conchata Ferrell, Stefania Lavie Owen e Krista Stadler.

Confira o trailer:

News: Franquia de Jogos Vorazes será novamente explorada, diz executivo da Lionsgate

9 dez

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Você é daqueles que choraram ao final de Jogos Vorazes: A Esperança – O Final, pois sentiram que nunca mais iriam ver Jennifer Lawrence como Katniss Everdeen novamente? Bom, acho que esta notícia pode ser bem animadora pra você!

Michael Burns, vice-presidente da Lionsgate, discusou hoje em uma conferência em Nova York e falou um pouco sobre a franquia de Suzane Collins. De acordo com o The Hollywood Reporter, o executivo declarou que a série será revivida a partir de outros filmes prequels, ou seja, aquela velha suposição sobre mostrarem os jogos do personagem de Woody Harrelson pode acontecer sim!

Apesar de decepcionado com a bilheteria do último filme nos EUA em seu primeiro fim de semana, Burns também destacou alguns pontos que poderiam ter sido os causadores disso tudo.

“Uma coisa que meus filhos sentiram falta foi a parte da arena. Se voltarmos certamente teremos mais cenas de arena”, disse Michael.

Uma coisa é certa, Jogos Vorazes é uma galinha de ovos de ouro, isso não se pode negar. Agora resta torcer para que Suzanne Collins queira fazer parte dessa brincadeira, pois só assim poderemos ver isso acontecer.

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