Crítica: O Garoto da Casa ao Lado (2015)

3 abr

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E veja quem está de volta com as críticas mais legais da internet? Quem? Eu, é claro! (convencido, né?)….rsrsrs

Desta vez vou falar de um filme que assisti na última quarta-feira (01), conhecido mundialmente como o dia da mentira. O longa é O Garoto da Casa ao Lado, um suspense estrelado pela linda da Jennifer Lopez e pelo mais lindo ainda do Ryan Guzman (só Deus sabe o q passei…rsrsrs).

Dirigida por Rob Cohen (Velozes e Furiosos), a película aparece como um suspense muito bem amarrado, daqueles perfeitinhos, de se colocar na caixinha e embrulhar pra presente. Nada está fora do lugar, a não ser pela fraca atuação de J.Lo em certos momentos do filme, porém nada que não fosse previsível.

O Garoto da Casa ao Lado conta a história de Claire Peterson (Jennifer Lopez), uma professora de meia idade que ainda está tentando se recuperar após descobrir uma traição de seu marido (John Corbett). Um belo dia, a porta de sua garagem aparenta ter um problema, porém antes que ela pudesse chamar qualquer ajuda, eis que surge o jovem sedutor Noah Sandborn (Ryan Guzman) que prontamente lhe oferece socorro. Os dois começam a se conhecer um pouco mais devido às investidas de Noah, que parece estar obcecado por sua vizinha. O problema é que essa obsessão pode custar muito caro para Claire e seus entes queridos.

Como eu disse anteriormente, dá pra notar logo por essa sinopse que o longa é bem clichê. E o desenrolar da trama também não foge muito do que temos visto por aí não como Obsessiva (2009), Sob o Domínio do Medo (1971/2011) etc. É um filme daqueles com começo, meio e fim, além de protagonistas lindos e gostosos e algumas cenas picantes. Por isso nem vou entrar no mérito de originalidade, pois quando me atrevi a entrar naquela sala de cinema, eu já sabia do que se travava. O que importa é que não me decepcionou.

Jennifer Lopez apenas poderia deixar um pouco de lado sua carreira como cantora e mentora do American Idol e se dedicar mais nas aulas de interpretação, pois sua carga dramática é digna de uma atriz de Malhação em certos momentos. Saudades Selena….

Já o todo bom do Ryan Guzman fez o seu papel direitinho, encarnou o vilão da novelinha da tarde de maneira sucinta, sem exageros ou lacunas. Gostei também da direção de Cohen, que conseguiu amarrar todo o enredo de forma clara e objetiva. Só achei que ele poderia ter ousado mais nas cenas de sexo (um pouco mais, vai!).

No mais eu acho que a obra cumpriu o seu papel, pelo menos ninguém saiu xingando o filme no final. Recomendo para quem deseja conferir um suspense sem pretensão.

Trailer:

 

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