Crítica: Noé (2014)

5 abr

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Olá meus leitores queridos! Eu sei que tem algum tempo que não escrevo minhas críticas, mas é que a vida tá corrida mesmo e o tempo cada vez mais escasso. Então para terminar este meu jejum, vou adiantar aqui o que achei do filme Noé, que estreou na última quinta-feira (3).

Já vou logo adiantando que se você é uma daquelas pessoas totalmente ligadas à religião e um seguidor fiel da Bíblia, com certeza vai odiar o longa e o considerar a maior heresia da face da terra. Entretanto, ele tem sim lá suas qualidades, mas não passa de algo feito apenas para entreter.

Com a direção de Darren Aronofsky e astros como Russell CroweJennifer ConnellyAnthony Hopkins em seu elenco, o longa apresenta aquela mesma história do Velho Testamento, só com com algumas modificações consideráveis. Nela, um homem que atende pelo nome de Noé, recebe uma revelação do Criador em um sonho e, nele, aparecem pessoas mortas dentro de um grande oceano, com apenas os animais submergindo para a “salvação”. É então que Noé entende o chamado e começa a construir a arca com a ajuda de sua família e os guardiões, umas criaturas que outrora foram divinas, mas que depois da desobediência, foram lançadas à terra para vagarem em forma de pedra. Esse é inclusive um dos elementos que aparecem apenas no filme, já que na Bíblia não temos algo semelhante.

Assim, para quem esperava uma historinha bonitinha com todos os seus metros quadrados, certamente se decepcionou feio com a película, mas para quem foi com a única intenção de se entreter, acredito que o longa tenha conseguido cumprir sua missão. A inclusão de elementos fantasiosos como os as tais criaturas de pedra, a trama em si, que é modificada para dar um ar ainda mais cinematográfico, a exemplo da invasão à arca comandada por Tubalcaim (Ray Winstone), que jamais aconteceu de acordo com a Bíblia, alguns elementos místicos, entre outras alterações, fizeram com que o filme se tornasse algo mais parecido com O Senhor dos Anéis, do que de fato com uma produção bíblica. Na verdade esse filme só deve ser considerado através da licença poética, pois se for visto apenas pelo lado da literatura original, não vai dar certo mesmo (hehehe).

Considerando as atuações, eu achei que Russell Crowe meio que foi lá para garantir o salário, pois a participação dele no longa é bem medíocre. Até a novata Emma Watson, a eterna bruxinha da franquia de Harry Potter, estava mais consistente em seu papel do que ele. E vou te falar, eu demorei muito pra reconhecer o Logan Lerman, que interpretou Percy Jackson, como sendo um dos filhos de Noé (hehehe), aloka!

No mais, considero a excelente fotografia do longa e o figurino que estava realmente impecável, além, é claro, dos efeitos especiais que praticamente fizeram todo o filme. Eu recomendo para quem deseja se divertir um dia qualquer, assistindo à uma produção equivalente.

Trailer:

 

 

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